Submarino português Espadarte (1913)

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Espadarte
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Data de encomenda 1907
Construção Estaleiros Navais de La Spezia
Lançamento 1913
Patrono Espadarte
Indicativo visual E
Período de serviço 15 de Abril de 1913
Estado Abatido ao serviço
Características gerais
Deslocamento 245 t (à superfície)
300 t (em imersão)
Comprimento 45,15 m
Propulsão 14 nós(diesel) 2x550hp

9 nós(elétrico) 2x300hp

Velocidade 14 nós (à superfície)
9 nós (em imersão)
Autonomia 1500 milhas
Profundidade 40m (max.)
Tripulação 20 oficiais(3), sargentos e praças

O Espadarte (indicativo visual: E) foi o primeiro submarino a entrar ao serviço ativo da Marinha Portuguesa.

Este navio foi encomendado em 1907, durante o reinado de D. Carlos I. Foi construído nos Estaleiros La Spezia em Itália, entrando ao serviço no dia 15 de Abril de 1913, o que tornou a Marinha Portuguesa numa das primeiras do mundo a ser equipada com este tipo de plataforma de armas.[1] O seu primeiro comandante foi o primeiro-tenente Joaquim de Almeida Henriques.

O NRP Espadarte estava armado com quatro torpedos, lançáveis por dois tubos.

Juntamente os submarinos da classe Foca, de caraterísticas semelhantes mas mais aperfeiçoados, adquiridos em 1917, o Espadarte formou a 1ª esquadrilha de submarinos da Marinha Portuguesa. Esta esquadrilha serviu durante a 1ª Guerra Mundial sendo desactivada com a entrada ao serviço de novos submarinos em 1934, apesar do Espadarte ter sido desarmado ainda antes, em 1928.

Em 1934 o nome "Espadarte" foi novamente atribuído a um dos submarinos da nova classe Delfim.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «'Espadarte' inaugurou escola portuguesa de submarinos». Diário de Notícias. 8 de outubro de 2010. Consultado em 4 de agosto de 2011 
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