The Jewish Week

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Este artigo é sobre um jornal semanal publicado na Cidade de Nova Iorque. Você pode estar procurando por Washington Jewish Week.

The Jewish Week é um jornal semanal independente a serviço da comunidade judaica da área metropolitana da Cidade de Nova Iorque. O The Jewish Week cobre notícias relacionadas à comunidade judaica nessa região e tem distribuição no mundo todo.[citation needed]

Equipe editorial[editar | editar código-fonte]

Gary Rosenblatt tem sido o editor e publicador desde 1993.[1]

Conteúdo e política editorial[editar | editar código-fonte]

O The Jewish Week cobre as ultimas notícias relacionadas ao povo judeu de Nova Iorque, Estados Unidos e Israel.[citation needed]

Maiores seções incluem:

  • Notícias: Incluindo noticias judaicas regionais de Nova Iorque, notícias nacionais, notícias de Israel e notícias de negócios.
  • Exibições: Inclui artes, eventos e exibições juvenis.[citation needed]

Distribuição[editar | editar código-fonte]

O The Jewish Week publica cinco edições regionais, servindo Manhattan, Long Island, Queens, Condado de Westchester/The Bronx e Brooklyn/Staten Island [citation needed]

Em 1993 o The New York Times relatou a competição entre os jornais Jewish Weekly citando que o Jewish Week relatou 100 mil impressões casa semana. Das assinaturas 20 mil foram pagos, e 80 mil recebeu a assinatura deles depois de fazer uma doação de caridade. Este fez o The Jewish Week a frente do The Long Island Jewish World o qual relatou 26 mil assinaturas e atrás do The Jewish Press o qual relatou 125 mil de assinaturas.[1] A partir de 2015, o website gaebler.com relatou uma circulação aproximada de 36 mil impressões.[2]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Em 2000, Rosenblatt o jornal ganharam o prêmio Casey Medal por Jornalismo benemérito do Centro de Jornalismo sobre Crianças e Famílias pela estória "Stolen Innocence", um relato investigativo que descobriu alegações de décadas do abuso infantil por um líder do movimento juvenil e um diretor duma escola secundária, Baruch Lanner. A estória foi inicialmente criticada por ser "fofoca maliciosa".[3] As revelações foram vistos como um "divisor de águas na forma de como a comunidade ortodoxa aborda o abuso sexual"[4] o que leva a demissão e condenação de Lanner.[5]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

O rabino Steven Pruzansky comparou o Jewish Week ao Der Stürmer, um jornal nazista. Ele mais tarde desculpou-se citando que o jornal não é um Der Stürmer, contudo "mentiras são desenfreadamente publicadas e nos quais são alvos – especialmente rabinos ortodoxos, judeus ortodoxos e a Santa Torah".[6][7][8]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b GLABERSON, WILLIAM (November 29, 1993).
  2. "Articles for Entrepreneurs - Manhattan Jewish Week - NY - Newspaper Advertising Costs". http://www.gaebler.com/.
  3. "Paper Seen as Villain in Abuse Accusations Against Rabbi".
  4. "Rabbi Expelled Over Sex Abuse Claims", Chanan Tigay, Special to the Baltimore Jewish Times, New York City, April 1, 2005.
  5. Smothers, Ronald (October 12, 2002).
  6. Palmer, Joanne (13 November 2014).
  7. "RCA Head Rebukes Teaneck’s Rabbi Pruzansky For Jewish Week Nazi Comparison".
  8. Editorial (November 5, 2014).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]