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    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Informações gerais[editar | editar código-fonte]

    Logo 2021 - projeto ARKHE UFPEL+WIKI.png
    • PROJETO DE ENSINO VINCULADO A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, OFERTADO PELO BACHARELADO EM ARTES VISUAIS
    • Responsáveis na UFPel: Profa Thays Tonin (Coordenadora) e Profa Laura Cattani (Coord. Adjunta)
    • Proposta: O projeto de ensino "Arquivos e Acervos de Artes Visuais", ou ARKHÉ, é uma iniciativa desenvolvida por professoras do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas, que visa contribuir para a produção de material para consultas, investigações, preparações de trabalhos escolares, ensaios e artigos acadêmicos, e integração de propostas universitárias. Na mesma medida, procura auxiliar docentes a afinar saberes dentro do âmbito da Teoria, História e Crítica da Arte, ajudando a construir um repertório de verbetes sobre artistas brasileiros, mulheres, negros/as, LGBTQAI+. Desta forma, nossa proposta é uma desterritorialização da historiografia da arte, repensando quem escreve, como escreve, e porque escrever sobre artistas e sobre as artes brasileiras, compreendendo essa operação como uma escolha tanto cultural quanto política e social.
    • Duração: Este projeto de extensão tem previsão de duração de dois anos, com possibilidade de renovação por outras instituições interessadas em mantê-lo.
    • Data: Encontros oficiais todas às segundas-feiras, às 20h, via plataforma online.
    • Local: Centro de Artes - Universidade Federal de Pelotas.
    • Público alvo: alunos de graduação e pós-graduação em Artes Visuais das universidades do sul do Brasil.
    • Objetivo na Wikipedia: Visa-se, a cada seis meses, apresentar novos verbetes acerca de artistas brasileiros(as)(es) que já obtiveram reconhecimento do circuito.
    • Contato institucional: tonin.thays@ufpel.edu.br

    Descrição[editar | editar código-fonte]

    Projeto de Ensino do Curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas

    O Projeto de Ensino "Arquivos e Acervos de Artes" propõe, junto aos alunos/as, pesquisadores/as e professores/as colaboradores/as, dois caminhos para o ofício do/a historiador/a da arte e do/a profissional em Artes Visuais: primeiramente, tornar público um arsenal de debates críticos acerca da construção de acervos de artistas, ateliês e coleções da região sul do Brasil, com foco nos artistas residentes no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, dando prioridade para estudos sobre um circuito que se encontra fora do eixo RJ-SP. Em segundo lugar, projetar e produzir acervos virtuais de artistas, catalogando obras e documentos, com o intuito de satisfazer uma defasagem que encontramos nos estudos de História da Arte do Brasil meridional.

    Neste sentido, a pesquisa se faz tanto teórica quanto pratica, convidando estudantes a pensarem a importância do registro documental de obras que se encontram fora de Museus e instituições, e também, de como funciona o processo de institucionalização do artista no sistema de arte que agora é, incontestavelmente, ligado ao mundo virtual.

    O projeto prevê convidar artistas, arte-educadores, espaços independentes, galeristas com acervos permanentes e familias de artistas que encontram dificuldade na manutenção e conservação das obras a participar do projeto, construindo com os estudantes um acervo virtual de imagens e documentos para a história da arte brasileira.

    Vinculam-se a estes convites o encontros de grupos de estudos teóricos, a produção de entrevistas com artistas e coordenadores de espaços expositivos e acervos, visitas a ateliês, e ainda aulas de web design para a construção de arquivos virtuais e/ou uso das páginas da Wikipédia e Wiki Commons.

    Considera-se que tais documentos artísticos são parte de um arquivo de história pública da arte, e de grande importância para a continuidade dos estudos histórico-artísticos. Desta forma, discute-se a abrangência dos diferentes ofícios possíveis para o estudante formado em Artes Visuais.

    Trata-se, neste aspecto, de compreender o "arquivo" e o "acervo" como conceitos fundamentais para os atuais debates da História da Arte, considerando-os, não como uma estrutura material onde estão guardados todos os textos, enquanto testemunhos do passado e das instituições, mas como uma arquitetura imaterial única e intransferível, um sistema de enunciados composto de heranças e esquecimentos que permite atualizar diferenças. O arquivo é o índice de um pensamento em construção, sempre sujeito a armazenamentos e experimentações, inclui rascunhos de ideias, esboços de processes, constelações de sentidos, cartografias e mapas, diários que falam das individualidades e coleções que falam de memórias de diferentes grupos sociais. Também inclui percepções e sensibilidades, lembranças e esquecimentos, sejam individuais ou coletivas. Como método de pesquisa e ensino, pensar os Arquivos e Acervo pressupõe estudar as descontinuidades, cortes e rupturas discursivas da história da arte (corpos de imagens, de textos e falas) onde acontecem operações historiográficas, translações simbólicas, coexistências políticas e culturais.

    Neste sentido, trata-se de aprofundar o entendimento de arquivo enquanto arsenal ou dispositivo a partir do qual a produção artística, tanto é preservada pelas instituições, como é esquecida ou silenciada, a partir das questões que organizam o sistema de arte brasileiro.

    Por fim, dada a condição histórica brasileira e seu descaso com a produção artística, reconhecer a importância do arquivo virtual que a Wikipédia e WikiCommons resguarda implica colocar em questão que a manutenção de acervos artísticos é um problema público e não privado. Se é de diferentes formas de arquivar e de expor que emergem diferentes saberes, vinculados a diferentes manifestações artísticas, então é urgente compreender que histórias das artes devem ser, antes de tudo, histórias públicas, histórias de construções culturais com múltiplas proposições para lidar no e com o mundo.

    Participantes[editar | editar código-fonte]

    Professores[editar | editar código-fonte]

    • Profa Dra Thays Tonin
    • Profa Dra Laura Cattani

    Bolsistas[editar | editar código-fonte]

    • Aryane Barbado Lima

    Redatores dos verbetes[editar | editar código-fonte]

    • Aryane Barbado Lima (Graduanda do curso de Pedagogia - UFPel)
    • Eduardo Toledo Silva (graduando do curso de Artes Visuais - UFPel)
    • Helena Rodrigues Silva (graduanda do curso de Artes Visuais - UFPel)
    • Stephanie Mendes de Freitas (graduanda do curso de Artes Visuais - UFpel)

    Verbetes[editar | editar código-fonte]

    Verbetes principais[editar | editar código-fonte]

    Artistas Publicados


    Artistas com verbetes em fase de produção

    • Anna Costa e Silva
    • Daniel Acosta
    • Felipe Povo
    • ARTISTAS QUE PARTICIPARAM DE EXPOSIÇÕES N`A SALA GALERIA DE ARTE DA UFPEL

    # Em construção #

    Verbetes secundários[editar | editar código-fonte]

    Conceitos, categorias e autores de Teoria, História e Filosofia das Artes considerados imprescindíveis para a compreensão dos processos de criação dos(as) artistas escolhidos(as) para os verbetes da Wikipédia.

    Locais: A Sala Galeria de Arte do Centro de Artes - UFPEL; Helena Fretta Galeria de Arte; e outros.

    # Em construção #

    Marcas[editar | editar código-fonte]

    Marca para identificação de participantes[editar | editar código-fonte]

    Marca para identificação de verbetes[editar | editar código-fonte]

    Verbetes modelos[editar | editar código-fonte]

    Lyz Paraíso

    Ferramentas[editar | editar código-fonte]

    Base de Formatação[editar | editar código-fonte]

    Bibliografia[editar | editar código-fonte]

    Tutoriais[editar | editar código-fonte]

    Ligações Externas[editar | editar código-fonte]


    Categoria:!Edit-a-thons Categoria:!Cursos do projeto Wikipédia na Universidade