Þingvellir
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| Património Mundial da UNESCO | ||||
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| País | Islândia | |||
| Critérios | (iii) e (vi) | |||
| Referência | 1152 | |||
| Coordenadas | ||||
| Histórico de inscrição | ||||
| Inscrição | 2004 (28ª sessão) | |||
| * Nome como inscrito na lista do Património Mundial. | ||||
Þingvellir é um vale situado no sudeste da Islândia.
História [editar]
É um dos lugares históricos mais importantes da Islândia.
No ano 930, o Alþingi, como é chamado o parlamento do país foi aí fundado, reunindo-se anualmente, quando o Lögmaður, ou proclamador das leis, as liam em público. Além da proclamação de leis, ainda ocorriam os julgamentos criminais no local. Hoje em dia, os visitantes podem conhecer o Drekkingarhylur (a então piscina de afogamentos) no rio, onde as mulheres infratoras eram afogadas.
A independência islandesa foi proclamada neste lugar em 17 de junho de 1944, e hoje o parque funciona como casa de verão do primeiro-ministro do país, além de ser proclamado como Patrimônio da Humanidade em 2004.
Geografia [editar]
Þingvellir foi declarado Parque Nacional em 1928 devido a sua importância histórica, assim como por sua características tectônicas e vulcânicas.
A deriva continental pode ser observada claramente neste lugar, e até mesmo visível nas falhas que atravessam a região. A maior delas, Almannagjá, forma um "canhão" de consideráveis proporções, sendo esta a causa dos habituais terremotos que são sentidos no local.
Algumas das fraturas estão cheias de águas cristalinas. Entre elas, a Nikulásargjá, cujo fundo está repleto de moedas. Os locais contam a lenda que se uma moeda for atirada nas águas e se vir ela tocando o fundo, o desejo se realizará.
Þingvellir está situado no norte de Þingvallavatn (lago da "explanada"), o maior da Islândia. O Rio Öxará atravessa o Parque e forma uma cascata no Almannagjá, chamada Öxarárfoss. Junto com a cascata de Gullfoss e os gêiseres de Haukadalur, 'Þingvellir forma parte da rota turística mais famosa do país, o Círculo Dourado.