BBOM

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BBOM
Embrasystem Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação LTDA.
Logotipo da BBom
Fundador(es) João Francisco de Paulo
Sede  Brasil
Áreas servidas  Brasil
Presidente João Francisco de Paulo
Página oficial Página oficial

BBOM é o nome fantasia utilizado pela empresa brasileira Embrasystem Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação LTDA., que foi acusada de operar um grande esquema de pirâmide financeira, segundo o Ministério da Justiça. O caso, que parece configurar um esquema de pirâmide financeira, que levou a Justiça a bloquear os bens da empresa e a determinar a suspensão das suas operações, foi reavaliado pela justiça que liberou parcialmente as atividades da empresa. A BBom entrou com recurso e teve o mesmo deferido em âmbito nacional, sendo inclusive, livrada da acusação de pirâmide financeira, pelo desembargador que julgou o caso. A empresa opera em sistema de marketing multinível (MMN). Porém a decisão definitiva da justiça ainda não saiu e os bens da empresa continuam bloqueados. Atualmente a empresa opera num sistema de micro-franquias, totalmente legalizado, perante a legislação vigente.[1] [2]

Em setembro de 2014, o criador do Sistema BBOM, João Francisco de Paulo, e quatro contratados (Paulo Ricardo Figueiró, Ednaldo Alves Bispo, Sérgio Luís Yamagi Tanaka e Fabiano Marculino Montarroyos) foram denunciados pela prática de crimes contra o mercado de capitais, o sistema financeiro e a economia popular e ainda por lavagem de dinheiro, em virtude de terem utilizado contas de terceiros ("laranjas") para não ter que declarar à Receita o patrimônio adquirido com o esquema financeiro.[3] [4]

Esquema Ponzi[editar | editar código-fonte]

Na BBOM, o produto que sustenta o negócio das empresas é um rastreador de veículo, atividade parcialmente bloqueada por suspeita de ser uma pirâmide financeira.[5]

No sistema adotado pela BBOM, os interessados associam-se mediante o pagamento de de um valor de adesão que varia de R$ 600,00 a R$ 3.000,00. O mecanismo de bonificação aos associados era calculado sobre os comodatos da equipe, assim como outras empresas, ou seja, mesmo sem colocar ninguém na sua rede, você receberia. Quanto mais gente era trazida para a rede, maior era a premiação prometida.Em setembro de 2013, o Ministério Público afirmava que Telexfree e BBom tinham operações interligadas.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e Referências

  1. Acusada de pirâmide financeira, BBOM é liberada pela Justiça Administradores - O Portal da Administração (5 de novembro de 2013). Visitado em 5 de março de 2014.
  2. Justiça bloqueia cadastros da BBom por suspeita de pirâmide ebc.com.br/. Visitado em 17 de agosto de 2013.
  3. Portal iG: MP denuncia cinco integrantes da BBom por pirâmide financeira (19 de setembro de 2014)
  4. Globo.com: MPF denuncia membros da BBom por criação de pirâmide financeira (19 de setembro de 2014)
  5. Vitor Sorano (11 de fevereiro de 2014). Juíza nega pedido de multa a BBom iG São Paulo. Visitado em 5 de março de 2014.
  6. Sorano, Vitor. Ministério Público diz que Telexfree e BBom tinham operações interligadas tribunadabahia.com.br. Visitado em 3 de setembro de 2013. Cópia arquivada em 2013.
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