Demonstração do valor adicionado

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A Demonstração do Valor Adicionado visa mensurar o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída. Sua origem passa a ser instrumento mandatório nas empresas Europeias, devido a uma obrigação que nasceu na França.

Referências

  • Conforme Assaf (2006 p. 108 e 109), a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) são semelhantes, pois as duas demonstram o quanto a empresa agregou de valor durante o ciclo operacional analisando. A diferença entre as duas, é que a DRE explica detalhadamente as informações ocorridas no período, preparadas basicamente para os sócios e acionistas, já a DVA, completa essas informações para os mais diversos interessados.
  • Lei nº 11.638 de 28/12/2007

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • DE LUCA, Márcia Martins Mendes. Demonstração do Valor Adicionado. São Paulo: Atlas, 1998.
  • SANTOS, Ariovaldo dos. Demonstração do Valor Adicionado. São Paulo: Atlas
  • MARTINS, Eliseu. Uma nova demonstração contábil: a do “valor adicionado”. Temática Contábil e Balanços, Boletim IOB, no.15, 1993.
  • MENDES, José Maria Martins Mendes. Balanço social: uma idéia milenar. Revista Brasileira de Contabilidade, v. 26, no.106, jul/ago. 1997.
  • PEREZ JR., José Hernandez. Elaboração das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999.
  • ROSSETTI, José Paschoal. Contabilidade Social. 7a.ed. São Paulo: Atlas, 1992.
  • SANTOS, Ariovaldo dos, PARMEZZANO, Claudia Meca – Temática Contábil de Balanços – IOB Temática Contábil Janeiro de 1999.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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