Die Götter Griechenlands

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Die Götter Griechenlands ("Os Deuses da Grécia", em tradução livre) é um poema de Friedrich Schiller (1759-1805) escrito em 1788. Foi publicado primeiramente em “Teutscher Merkur” (revista literária) de Christoph M. Wieland e depois, em 1800, Schiller publicou uma segunda versão mais curta e cujo conteúdo não parecia atacar tão fortemente o cristianismo. Essa segunda versão exerceu uma grande influencia na literatura alemã, o que se comprova na obra de Hölderlin e Novalis.

Forma[editar | editar código-fonte]

O poema é escrito em padrão retórico. Seus quiasmos, amplificações e sentenças majestosas tem o fim de espelhar a gravidade dos paradoxos.

A obra é composta por 25 estrofes de oito versos com cinco ou quatro batidas (Final Verse) no estilo troqueu. Exatamente a metade do poema é o retrato idílico do mundo antigo, que é quebrado na metade da 13ª estrofe. "Onde eu passo? Este silêncio triste / eles anunciaram-me ao meu Criador? "(V. 101 f.)

Em 1869, Machado de Assis publicou uma versão brasileira de “Os Deuses da Grécia”. Para tal fez uso de uma tradução em prosa francesa. O poema foi publicado no livro de poesias “Falenas”.

A versão brasileira é composta de 31 estrofes de 4 versos cada uma, somando 124 versos, em comparação com a versão alemã resumida, que tem 16 estrofes de 8 versos cada uma, somando 128 versos.

Ao se comparar a versão alemã e a brasileira, se percebe que a tradução não é literal, o que permite que o poema em português seja entendido sem maiores dificuldades.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Toda poesia de Machado de Assis [organização e prefácio de Cláudio Murilo Leal]- RJ: Record, 2008. P.116-120
  • Schillers Gott. Bemerkungen zu den „Göttern Griechenlands“. In: /Pandaemonium Germanicum/ 9/2005, São Paulo, USP; p. 63-75.
  • Falenas. Vol. 4 Poesias, in Obras Completas de Machado de Assis. SP: Editora Formar, [198-?]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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