Galo

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Crista caraterista do Galo, pois são maiores.
Galo

O galo (Gallus gallus) é o macho da galinha, comumente tratado como um animal heráldico. Tais animais ao longo da história também foram utilizados num esporte, atualmente ilegal em diversos países, denominado rinha. Um galo juvenil é chamado de "frango", "galeto" ou "galispo".[1]

Características[editar | editar código-fonte]

O galo é extremamente territorialista, sempre evitando a proximidade de outros galos ao harém. Dependendo da espécie, a sociabilidade dos galos é restrita com relação a outros machos, já que chegando na idade adulta eles se isolam de seus irmãos e procuram proximidade das fêmeas, sempre provocando briga com estranhos. Mas, não raramente surgem galos, principalmente os mais fracos ou criados juntos que toleram a presença de outros.

Canto[editar | editar código-fonte]

Os galos cantam de madrugada, entre 3h e 5h para demarcar o território. Eles podem cantar durante o dia para se imporem diante de outros galos. Quando nasce o dia, ele canta para avisar ao galinheiro que continua vivo e no comando além disso, o canto tem a função de afastar possíveis desafiantes. O galinheiro tem somente um galo, caso contrário, apenas um sobreviveria à luta pela liderança.[2]

Os galos costumam cantar apos ouvirem o canto de um outro a qualquer distância, formando um circulo de canto que pode envolver varios galos de outros lugares. Os galos também tem o costume de atacar os galos mais fracos do território ao verem este cantando.

Dimorfismo sexual[editar | editar código-fonte]

O galo apresenta alguns diformimos sexuais com relação a galinha:

  • Cristas maiores
  • Grandes esporões pouco acima dos pés, pontiagudos, só se desenvolvem no macho, é um instrumento de defesa e ataque nas brigas entre os indivíduos.
  • Penas brilhantes no pescoço, asas e costas.
  • As penas do rabo são muito mais compridas em algumas especies.
  • Dentro de cada especie, o macho é ligeiramente maior que a fêmea.
  • O canto, sendo presente apenas nos indivíduos machos.

Representações na cultura[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. Revista Galileu, n. 145, agosto, 2003. Por que os galos cantam de madrugada. Fontes: Carlos Alberts, professor de biologia da Unesp - Universidade Estadual Paulista; e Eduardo Ottoni, Instituto de Psicologia da USP.
  2. Guia dos curiosos - Aves
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