Gideões Internacionais

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Um novo movimento[editar | editar código-fonte]

Em 1953 florescia no Brasil a ideia da fundação de um movimento, liderado pelo Rev. Gutemberg de Campos, pastor presbiteriano na época sediado em Bauru (SP), espelhado na figura de Gideão. A ideia era inscrever 30 líderes evangélicos do país, de todas as denominações, e estes, depois de treinados, arregimentariam mais 10 até completarem os 300 Gi­deões. Esse movimento independente visava a “defesa da fé, dos princípios democráticos, do combate aos vícios sociais e da campanha pela moralização efetiva dos costumes”.

Entre estes estava o irmão José Ramos Vilas Boas, um agrimensor e professor universitário em Belo Horizonte (MG). Dessa iniciativa poucos sabemos, mas o missionário norte-americano Steven Sloop, que havia sido Gideão na Califórnia do Norte, vendo o envolvimento do irmão Vilas Boas, falou-lhe a respeito dos Gideões Internacionais e ofereceu-lhe algumas cópias da revista “The Gideon”. Entusiasmado com o Ministério, Vilas Boas começou a comprar, com recursos próprios, Bíblias e Novos Testamentos identificando-os com o emblema de Os Gideões e colocando-os nos hotéis. Veio a se tornar o primeiro Gideão brasileiro em maio de 1956. Em 17 de novembro de 1956 redigiu uma carta à Sede Internacional incentivando a organização do Ministério Gideônico no Brasil.

Gideões Internacionais no Brasil é uma associação evangélica cristã, sem fins lucrativos, formada por homens de negócio, dedicada na distribuição de Bíblias, nos hotéis, motéis, escolas, hospitais, repartições públicas, militares, aeronaves e navios.

Os Gideões Internacionais estão presentes em 196 países, sendo um braço missionário da igreja local.

A organização foi fundada em 1899 em Boscobel, Wisconsin, por Samuel E. Hill, John H. Nicholson e William J. Knights. Em 1908 iniciou a distribuição gratuita nos hotéis.

Anualmente os Gideões Internacionais distribuem no mundo mais de 80 milhões de Bíblias em 93 línguas.

Novo Testamento de Bolso

História[editar | editar código-fonte]

Fundadores de Os Gideões Internacionais em 1 de julho de 1899

Samuel E. Hill (1867 - 1936 ) John H. Nicholson (1858 - 1946 ) William J. Knights (1853 - 1940 )

Em 1898, John H. Nicholson, de Janesville, Wisconsin, chegou ao Hotel Central de Boscobel para passar a noite. Como o hotel estava lotado[carece de fontes?], ele teve de ocupar um quarto de dois leitos, junto com Samuel E. Hill, de Beloit, Wisconsin. John H. Nicholson, quando ainda garoto de 12 anos, tinha prometido à sua mãe, agonizante, que haveria de ler a Palavra de Deus e orar diariamente[carece de fontes?]. Como já era seu costume de longa data, preparou-se para ler a Bíblia antes de recolher-se. Os dois homens logo se identificaram como cristãos. Realizaram juntos um culto devocional e, de joelhos, perante Deus, tiveram a ideia que, mais tarde, veio a concretizar-se a formação de uma Associação. Em 31 de maio de 1899, novamente os dois se encontraram em Beaver Dam, Wisconsin, e decidiram convidar para uma reunião, viajantes comerciais, cristãos, para confraternização, evangelismo pessoal e para se unirem no serviço do Senhor. Marcaram uma reunião na A.C.M. em Janesville, Wisconsin, para 1º de julho de 1899.

Apenas três pessoas compareceram - John H. Nicholson, Samuel E. Hill e Will J. Knights. Eles se organizaram, com Hill como Presidente, Knights como Vice-Presidente e Nicholson como Secretário e Tesoureiro. Pensaram muito sobre qual deveria ser o nome da Associação, e depois de orações fervorosas rogando a Deus que os ajudasse na escolha do nome certo, Knights disse: "Chamar-nos-emos Gideões". Leu os capítulos sexto e sétimo de Juízes e explicou a razão da escolha do nome "Os Gideões".

Gideão era um homem que estava disposto a fazer sempre a vontade de Deus, independente do seu próprio ponto de vista e de julgamento quanto aos planos e resultados. Humildade, fé e obediência eram os traços de seu caráter. Este é o padrão que a Associação de Os Gideões procura estabelecer para os seus membros, a fim de que cada um esteja pronto a fazer a vontade de Deus em qualquer tempo, em qualquer lugar e da maneira como o Espírito Santo o guiar.

Considerando que, nos primórdios da Associação, quase todos os membros eram viajantes comerciais, surgiu logo a pergunta sobre como poderiam tornar mais eficaz o seu testemunho de cristãos nos hotéis, onde tinham de passar grande parte de seu tempo. Uma sugestão foi a de colocar uma Bíblia na mesa de recepção de cada hotel de modo a facultar aos hóspedes a oportunidade de tomá-la por empréstimo, caso desejassem. Ocorreu-lhes o pensamento de que este seria um testemunho silencioso nos hotéis, enquanto eles, os Gideões, estivessem noutro lugar.

Esse método de atividade avançada como a denominaram, foi cuidadosamente considerado em reunião do Gabinete, realizada em Chicago, em 19 de outubro de 1907. Um dos membros sugeriu que os Gideões fornecessem uma Bíblia para cada quarto de hotel dos Estados Unidos, e comentou: "Na minha opinião, isto não só estimulará as atividades do nosso grupo, mas será também um gesto elegante, em perfeita harmonia com a missão divina da Associação de Os Gideões". Esse plano foi aprovado pela Convenção, em Louisville, Kentucky, em 1908.

É interessante notar que a participação das igrejas no sustento do programa de Escrituras dos Gideões originou-se com um pastor. Dois meses após a Convenção de Louisville, houve a Convenção Estadual em Cedar Rapids, Iowa. O Secretário Nacional, Frank Garlick, veio de Chicago. Ele e o Sr. A.B.T. Moore assistiram a uma reunião do Conselho de Pastores e no final do programa, o irmão Garlick foi convidado a falar sobre o trabalho de Os Gideões. Falou da necessidade de distribuir Bíblias. Terminada sua mensagem de dez minutos, o pastor do Sr. Moore, Dr. E.R. Burkhalter, da Primeira Igreja Presbiteriana, levantou-se e propôs "que as Bíblias de Os Gideões fossem colocadas em todos os hotéis locais e que o Conselho de Pastores ficasse responsável pela provisão de fundos".

A proposta foi aprovada por unanimidade, sendo nomeada uma Comissão para estabelecer a participação financeira de cada Igreja, de acordo com as suas possibilidades. Foi assim que o ministério de Os Gideões veio a existir como um "braço estendido" da Igreja e que esta deu o primeiro passo no suporte financeiro do programa de colocação das Escrituras. A Associação dos Gideões rendeu graças a Deus pela revelação de Seu plano, pois através das igrejas locais os recursos necessários estariam assegurados.

"O que semeia, semeia a Palavra" (Marcos 4.14)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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