Joyce Cary

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Arthur Joyce Lunel Cary (Derry, 7 de dezembro de 188829 de março de 1957) foi um romancista norte-irlandês.

Vida[editar | editar código-fonte]

Sua família havia possuído terras em Donegal desde os tempos elisabetanos, mas perderam as propriedades após o Ato da Terra Irlandês, em 1882. O avô de Cary morreu logo após e sua avó mudou-se para uma casa próxima ao Castelo Cary, uma das propriedades perdidas da família.

Trabalho[editar | editar código-fonte]

O trabalho maduro de Cary revela vários temas consistentes. Primeiro, a tensão entre a criatividade, que destrói o velho conforme molda o novo, e o desejo conservativo de preservar as coisas como elas estão; segundo, a diferença entre liberdade (liberty), que consiste numa falta de restrições, e liberdade (freedom), que repousa na habilidade para agir; finalmente, o fato de que a vida humana é difícil e a felicidade é elusiva, que a alegria momentânea é a única recompensa da vida e que o amor é necessário à humanidade.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Obras selecionadas:

  • Aissa Saved (1932)
  • An American Visitor (1933)
  • The African Witch (1936)
  • Castle Corner (1938)
  • Mister Johnson (1939)
  • Charley is My Darling (1940)
  • A House of Children (1941)
  • Herself Surprised (1941)
  • To Be a Pilgrim (1942)
  • The Horse's Mouth (1944)
  • Marching Soldier (1945)
  • The Moonlight (1946)
  • A Fearful Joy (1949)
  • Prisoner of Grace (1952)
  • Except the Lord (1953)
  • Not Honour More (1955)
  • Art and Reality (1958)
  • The Captive and the Free (1959)
  • Spring Song and other Stories (1960)
  • Memoir of the Bobotes (1964)
  • Selected Essays (1976), ed. Alan Bishop

Ligações externas[editar | editar código-fonte]