Manhã Submersa

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Manhã Submersa
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Autor (es) Vergílio Ferreira
Idioma português
País  Portugal
Género romance
Editora SEC
Lançamento 1954
Páginas 217
ISBN 902-25-0265-4
Cronologia
Último
Último
A face sangrenta
Aparição
Próximo
Próximo

Manhã submersa é um romance de Vergílio Ferreira publicado em 1954 pela SEC.

Apresentação da obra[editar | editar código-fonte]

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A história relata a trajetória de António Santos Lopes, uma criança de família pobre que, por ser inteligente, é obrigado, sob a influência da Dona Estefânia, a estudar num seminário. O narrador do romance é o próprio António Santos Lopes adulto. Personagem principal de Manhã Submersa, António Santos Lopes já aparecera no romance Vagão J, de 1946. Manhã Submersa é uma obra de ficção, com caraterísticas de um romance de aprendizagem, mas com cunho autobiográfico, e que se situa na confluência entre a estética do neo-realismo e a filosofia do existencialismo.

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Análise da obra[editar | editar código-fonte]

Ação[editar | editar código-fonte]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Espaço e tempo[editar | editar código-fonte]

Espaço[editar | editar código-fonte]

Na obra Manhã Submersa o espaço exerce uma função essencial de ordem psicológica, social e simbólica. Do ponto de vista psicológico, a representação monstruosa e angustiante do seminário exprime-se já no segundo capítulo : « Lentamente o casarão foi rodando com a curva da estrada, espiando-nos no alto da sua quietude lôbrega pelos cem olhos da janela. Até que, chegados à larga boca do portão, nos tragou a todos imediatamente, serrando as mandíbulas logo atrás. »

Narrador e focalização[editar | editar código-fonte]

Grandes Temas[editar | editar código-fonte]

Dimensão Simbólica[editar | editar código-fonte]

Receção da obra[editar | editar código-fonte]

Crítica[editar | editar código-fonte]

Cinematográfica[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Fernanda Irene Fonseca e Francisco Topa (ed.), Vergílio Ferreira, cinquenta anos de vida literária. Porto, Fundação Engenheiro António de Almeida, 1995.
  • José Rodrigues de Paiva. O espaço-limite no romance de Vergílio Ferreira. Recife, Encontro/Gabinete Português de Leitura, 1984.
  • José Rodrigues de Paiva. Vergílio Ferreira: Para sempre romance-síntese e última fronteira de um território ficcional. Recife, Editora Universitária 2007. ISBN 978-85-7315-459-7
  • Christianne Damien Codenhoto, Castelan, Ivair Carlos, Márcia Maria Sant'Ana. ' Alegria breve e o existencialismo de Vergílio Ferreira'. Boletim do centro de estudos Portugueses Jorge de Sena. Araraquara, ano 13, n.23, p.123-146, jan.-dez., 2005
  • João Décio. 'A problemática do eu no romance de Vergílio Ferreira'. Letras e Letras, Porto, ano 3, n.33, p.13, set. 1990. dossier Vergílio Ferreira.

Ver também[editar | editar código-fonte]