Maquinofactura

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Antigamente os produtos eram feitos a mão em pequenas oficinas por um artesão. Chamava-se artesanato, e por ser a fonte de renda de muitas familias, era-se usado o trabalho familiar, onde todos ajudavam. A partir do século XIX, a indústria teve-se um grande desenvolvimento. Foram criadas novas fábricas de têxteis, tabaco, cerâmica, cortiça e vidro. Também chegaram a Portugal máquinas movidas a vapor, onde a fonte de energia utilizada era o carvão, fazendo com que o ritmo de trabalho fosse mais rápido.

Começou a utilizar-se da máquina para fazer o trabalho antes produzido pelos artesões. Esse tipo de produção ficou conhecida por maquinofatura. Com o trabalho mecanizado, era possível a produção em maior escala, com menor uso de mão de obra. Os turnos trabalhistas eram extremamente longos e o operário trabalhava sob más condições e má remuneração.

Ao contrário do artesanato, onde, por ter um processo manual e demorado, produziam-se peças únicas, em baixa escala e por um alto preço, na maquinofatura a produção era em larga escala e quantidade. Devido ao molde das máquinas, as peças eram todas iguais, perdendo-se a exclusividade das peças, deixando-as inteiramente iguais.