Roubo de túmulos

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Roubo de túmulos ou pilhagem de sepulturas é o acto de profanar um túmulo ou cripta para roubar artefactos ou ornamentos pessoais. Alguém que pratica este acto é um ladrão de túmulos ou ladrão de sepulturas. Um acto relacionado é o roubo de cadáveres, abrindo a campa ou desenterrando o caixão com o fim de roubar um cadáver, mais que roubar os objectos que eventualmente o acompanhem.

O roubo de túmulos tem causado grandes dificuldades ao estudo da arqueologia, história da arte, and história.[1] [2] Incontáveis sites arqueológicos e tumbas de grande valor têm sido saqueados antes que os académicos e peritos tenham tido oportunidade de os examinar.

"A pilhagem aniquila a memória do mundo antigo e torna as suas mais altas criações artísticas em decorações, adornos de prateleira, separados do seu contexto histórico e em última análise, de todo o seu significado."[3] [nota 1]

Na era moderna, os ladrões de sepulturas são geralmente pessoas de baixos recursos, que vendem o produto do saque no mercado negro. Embora alguns artefactos possam eventualmente acabar por chegar às mãos de museus ou académicos, muitos acabam em colecções privadas e fora do alcance do público e dos estudiosos.

Notas

  1. No original: "Looting obliterates the memory of the ancient world and turns its highest artistic creations into decorations, adornments on a shelf, divorced from historical context and ultimately from all meaning."

Referências

  1. (Daniel 1950, p. 11)
  2. (Atwood 2004, p. 9)
  3. (Atwood 2004, p. 10)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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