Sizígia

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Oceanografia[editar | editar código-fonte]

Em Oceanografia, marés de sizígia são as que ocorrem nas luas nova e cheia, quando os efeitos lunares e solares reforçam uns aos outros, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.

Psicologia[editar | editar código-fonte]

Em Psicologia, sizígia, ou o arquétipo da alteridade, segundo Carl Jung e Carlos Byington, se refere aos opostos masculino-feminino na psique. Segundo a psicologia analítica, trata-se da personificação de uma produção espontânea do inconsciente. Como é inconsciente, esse arquétipo caracteriza-se pela sua autonomia em relação ao ego, produzindo fenômenos problemáticos, tanto no âmbito do relacionamento com o sexo oposto, quanto na intimidade do indivíduo. Nos sonhos de um homem, por exemplo, a anima pode surgir como uma mulher desconhecida. O mesmo dando-se com uma sonhadora com o seu animus. A relação do sonhador com o arquétipo da alteridade indica como está o relacionamento do sonhador com o seu oposto complementar [1] .

Gnosticismo[editar | editar código-fonte]

No Gnosticismo, especialmente no Valentinianismo, sizígia denota um par ativo-passivo (ou masculino-feminino) de Éons complementares; em sua totalidade eles configuram o domínio divino da Pleroma e caracterizam em si os diversos aspectos do deus gnóstico[2] .

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Sizígia Núcleo de estudos em psicologia analítica
  2. David Brons (2003). The Pair (Syzygy) in Valentinian Thought (em inglês) Gnostic Society.