Soumaoro Kanté

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2011).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Soumaoro Kanté (var.: Sumanguru Kanté) foi um rei do século XIII do povo Sosso. Reinou de 1200 à 1235. Tomou o Koumbi Saleh, a capital do recém-extinto Império Gana, Soumaoro Kanté começou a conquistar vários estados vizinhos, incluindo o povo mandinga no que é hoje o Mali. No entanto, o príncipe mandinga Sundiata Keita construiu uma coalizão de reinos menores para se opor a ele na Batalha de Kirina (c. 1240), derrotando o Sosso e criando o Império do Mali novamente dominante na região.

Soumaoro Kanté é retratado como um vilão rei-bruxo no épico nacional do Mali, a Epopeia de Sundiata. Ele é dito como invulnerável ao ferro e vem de um clã de ferreiros. Era contra o Islã e combateu os tribos maninkas por várias vezes.Seu palácio, na capital Koulikoro, tinha sete andares e ele vivia no topo. A tapeçaria de seu palácio era feita de pele humana. É dito também que ele possuia uma câmara real com nove cabeças de nove reis derrotados fazendo um círculo em sinal de fetiche. Dankaran Tuman, ao ser atacado e derrotado por Soumaoro, deu-lhe de presente a sua irmã Nana Triban, também irmã de Sundiata. Depois de sua derrota em Kirina, ele foge para as montanhas de Koulikoro, onde ele desaparece após ser baleado com a arma que era a única qual ele era vulnerável - uma seta com uma crista de galo branca(seu animal totem). Na Epopéia de Sundiata, Soumaoro Kanté é descrito como possuidor de um balafon com poderes mágicos, que é roubado do griô de Sundiata Keita, Balafasseke Kouyate, e trouxe-o para Manden. Esta é a origem da tradição djeli Manden de jogar o balafon. O balafon de Soumaoro Kanté é mantido pela família Kouyate até hoje na aldeia de Niagassola na Guiné.