Suspensão de descrença

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Suspensão de descrença, suspensão de descrédito ou ainda "suspensão voluntária da descrença" refere-se à vontade de um leitor ou espectador, de aceitar como verdadeiras as premissas de um trabalho de ficção, mesmo que elas sejam fantásticas, impossíveis ou contraditórias. É a suspensão do julgamento em troca da premissa de entretenimento. O termo é tradicionalmente aplicado na literatura, no teatro e no cinema, embora também possa ser considerado nos videogames.

A ideia encontra-se na introdução do livro Uma história verdadeira, do poeta satírico Luciano de Samósata; após mencionar vários outros autores que contaram mentiras, ele completa dizendo que também é um mentiroso, e pede humildemente ao leitor a sua incredulidade.[1]

A expressão foi registada em 1817 pelo poeta inglês Samuel Taylor Coleridge.

Referências

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