Zumbi filosófico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Um zumbi filosófico ou p-zombie é um ser hipotético em tudo idêntico a um ser humano normal, exceto por não ter experiência consciente, qualia, sentiência, ou sapiência. Quando um zumbi é espetado com um objeto afiado, por exemplo, ele não sente qualquer dor; comporta-se exatamente como se tivesse dor (pode por exemplo dizer algo em protesto), mas não tem uma verdadeira experiência de dor como uma pessoa teria.

O conceito de zumbi filosófico é usado principalmente em argumentos (frequentemente chamados argumentos do zumbi) na filosofia da mente, particularmente em argumentos contra certas formas de fisicalismo, como o materialismo e o behaviorismo.

Notas e referências

Referências e leituras adicionais[editar | editar código-fonte]

  • Chalmers, David. 1995. "Facing Up to the Problem of Consciousness", Journal of Consciousness Studies, vol. 2, no. 3, pp. 200–219. Online PDF
  • Chalmers, David. 1996. The Conscious Mind: In Search of a Fundamental Theory, New York and Oxford: Oxford University Press. hardcover: ISBN 0-19-511789-1, paperback: ISBN 0-19-510553-2
  • Chalmers, David. 2003. "Consciousness and its Place in Nature", in the Blackwell Guide to the Philosophy of Mind, S. Stich and F. Warfield (eds.), Blackwell. Also in Philosophy of Mind: Classical and Contemporary Readings, D. Chalmers (ed.), Oxford, 2002. ISBN 0-19-514581-X, Online PDF
  • Chalmers, David. 2004. "Imagination, Indexicality, and Intensions", Philosophy and Phenomenological Research, vol. 68, no. 1. Online text
  • Dennett, Daniel. 1995. "The Unimagined Preposterousness of Zombies", Journal of Consciousness Studies, vol. 2, no. 4, pp. 322–326. Online abstract.
  • Dennett, Daniel. 1999. "The Zombic Hunch: Extinction of an Intuition?", Royal Institute of Philosophy Millennial Lecture. Online text
  • Kirk, Robert. 1974. "Sentience and Behaviour" Mind, 83, pp. 43–60.
  • Kripke, Saul. 1972. "Naming and Necessity", in Semantics of Natural Language, ed. by D. Davidson and G. Harman, Dordrecht, Holland: Reidel, pp. 253–355. (Published as a book in 1980, Harvard University Press.)
  • Leal-Toledo, G. O Argumento dos Zumbis na Filosofia da Mente: são zumbis físicos logicamente possíveis? 2005. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Departamento de Filosofia, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005.
  • Nagel, Thomas. 1970. "Armstrong on the Mind", Philosophical Review, 79, pp. 394–403
  • Nagel, Thomas. 1974. "What is it Like to Be a Bat?" Philosophical Review, 83, pp. 435–450.
  • Yablo, Stephen. 2000. ""Textbook Kripkeanism and the Open Texture of Concepts", Pacific Philosophical Quarterly, 81, pp. 98–122. Online text

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre filosofia / um filósofo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.