Aldo Ballarin

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Aldo Ballarin
Aldo Ballarin
Aldo Ballarin
Informações pessoais
Nome completo Aldo Ballarin
Data de nasc. 10 de janeiro de 1922
Local de nasc. Chioggia, Flag of Italy (1861–1946).svg Itália
Falecido em 4 de maio de 1949 (27 anos)
Local da morte Superga,  Itália
Informações profissionais
Posição Defensor
Clubes de juventude
1938–1939 Flag of Italy (1861–1946).svg Adriese
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1939–1941
1941–1943
1943–1945
1945–1949
Flag of Italy (1861–1946).svg Rovigo
Flag of Italy (1861–1946).svg Triestina
Flag of Italy (1861–1946).svg Venezia
Flag of Italy (1861–1946).svg/Itália Torino
36 (2)
57 (1)
21 (9)
148 (4)
Seleção nacional
1945–1949 Flag of Italy (1861–1946).svg/Flag of Italy.svg Itália 9 (0)

Aldo Ballarin (Chioggia, 10 de janeiro de 1922Superga, 4 de maio de 1949) foi um futebolista italiano que jogava como defensor. Destacou-se pelo Torino, onde atuou por 4 anos.

Fez parte do Grande Torino, como ficou conhecida a equipe, considerada uma das melhores da história, cujos atletas acabaram morrendo tragicamente na tragédia de Superga, na qual também foi vítima seu irmão, Dino.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Antes de jogar pelo Torino, Aldo Ballarin jogou por Adriese (categorias de base), Rovigo, Triestina e Venezia, assinando com o Toro por 1,5 milhão de liras italianas (valor alto para a época).

Entre 1945 e 1949, vestiu a camisa granata em 148 partidas e marcou 4 gols. Em sua homenagem, o estádio da cidade de Chioggia foi batizado com seu nome e o de seu irmão - os 2 jogadores também tinham outro irmão, Sergio Ballarin, que também era jogador. Para evitar confusões, eram tratados por: Ballarin I (Aldo), Ballarin II (Dino) e Ballarin III (Sergio).

Antes da tragédia, Aldo havia defendido a seleção da Itália em 9 oportunidades, estrando contra a Suíça, em dezembro de 1945. Era um nome praticamente certo na lista de convocados para a Copa de 1950. A base da seleção na época era o time do Torino, sendo dos dezoito mortos, nove convocados regularmente para a seleção, além de um francês (Émile Bongiorni) e um tcheco (Julius Schubert, que era húngaro de nascimento), que também eram convocados constantemente para suas seleções.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Nicoletta Perini e Davide Bovolenta, "Aldo e Dino Ballarin, uniti per sempre", Il Leggio, 2005.
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