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Alexandristas

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Os alexandristas eram uma escola de filósofos renascentistas que, na grande controvérsia sobre o tema da imortalidade pessoal, adotaram a explicação do De Anima dada por Alexandre de Afrodísias.[1]

De acordo com o tomismo ortodoxo da Igreja Católica, Aristóteles considerava corretamente a razão como uma capacidade da alma individual. Contra isso, os averroístas, liderados por Agostino Nifo, introduziram a teoria modificadora de que a razão universal, em certo sentido, individualiza-se em cada alma e depois absorve a razão ativa em si mesma novamente. Essas duas teorias desenvolveram, respectivamente, a doutrina da imortalidade individual e universal, ou a absorção do indivíduo no Eterno.

Os alexandristas, liderados por Pedro Pomponazzi, atacaram essas crenças e negaram que qualquer uma delas fosse corretamente atribuída a Aristóteles. Eles sustentavam que Aristóteles considerava a alma como uma entidade material e, portanto, mortal, que opera durante a vida apenas sob a autoridade da razão universal. Consequentemente, os alexandristas negavam que Aristóteles visse a alma como imortal, porque, em sua visão, como acreditavam que Aristóteles via a alma como organicamente conectada ao corpo, a dissolução deste implica a extinção daquela.

Ligações externas

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Ver também

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