António Aurélio Gonçalves

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António Aurélio Gonçalves
Nascimento 25 de setembro de 1901
Mindelo, São Vicente, Cabo Verde
Morte 30 de setembro de 1984 (83 anos)
Mindelo, São Vicente, Cabo Verde
Nacionalidade Cabo Verde Cabo-verdiano
Ocupação Escritor, crítico, historiador e professor
Influências
Magnum opus Terra da Promissão

António Aurélio Gonçalves, conhecido como Nhô Roque (Mindelo, São Vicente, 25 de setembro de 1901 - idem, 30 de setembro de 1984) foi um escritor, crítico, historiador e professor cabo-verdiano. Nasceu na cidade de Mindelo, São Vicente, em 25 de setembro de 1901 e faleceu no dia 30 de setembro de 1984, vítima de atropelamento.[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Era filho de Roque da Silva Gonçalves.

Esteve ausente de S. Vicente durante vinte e dois anos: foi para Lisboa em 1917 para continuar os estudos liceais depois do seminário na Ilha de São Nicolau e fazer um curso superior. Matriculou-se em medicina, que frequentou durante dois anos. Seguidamente estudou Belas Artes e, finalmente, História e Filosofia. Voltou à sua terra natal só nos inícios de 1939.

Ativo e crítico nas mais diversas áreas – prefácios de livros, seminários de literatura no Curso de Formação de Professores do Ensino Secundário, artigos em revistas como Ponto & Vírgula.

Foi professor de História e Filosofia no liceu do Mindelo nos liceus Gil Eanes e na escola técnica.

Em Setembro de 1984 faleceu atropelado por uma viatura que o apanhou a atravessar a rua[3].

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Aspecto da Ironia de Eça De Queiroz, ensaio, 1937
  • Terra da Promissão; reimpressão: 2002, Lisboa, Editorial Caminho; com prefácio de Arnaldo França[4]
  • Recaída; 1947; reimpressão: 1993; Editora Vega
  • Noite de Vento, 1951: 2.ª edição: Praia, 1985; com prefácio de Arnaldo França
  • Virgens loucas, 1971.

Referências