Batalha do Seival

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Batalha do Seival
Revolução Farroupilha
Data 10 de setembro de 1836
Local Arroio Seival, Brasil
Desfecho Vitória dos revoltosos, posterior independência do Rio Grande do Sul.
Beligerantes
Flag of Piratini Republic.svg Revoltosos gaúchos Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg Império do Brasil
Comandantes
Flag of Piratini Republic.svg Antônio de Sousa Neto Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg Silva Tavares
Forças
430 separatistas[1] 565 homens
Baixas
180 mortos 293 mortos

A batalha do Seival foi um conflito militar que ensejou a proclamação da República Rio-Grandense por Antônio de Sousa Neto. O embate deu-se nos campos dos Meneses, cruzando o arroio Seival.

História[editar | editar código-fonte]

Com o objetivo original de derrubar o presidente da província, apenas, os revoltosos gaúchos enfrentaram as tropas imperiais. Destacado por Bento Gonçalves, o coronel Neto deslocou-se, no início de setembro de 1836, à região de Bagé, onde encontrava-se o comandante imperial João da Silva Tavares, vindo do Uruguai. A primeira brigada de Neto, com 400 homens, atravessou o arroio Seival e encontrou as tropas de Silva Tavares sobre uma coxilha, com 560 homens. Durante a tarde de 10 de setembro de 1836, Silva Tavares avançou sobre a coxilha, e os revoltosos defenderam-se usando lanças e espadas.

Inicialmente houve pequena vantagem das forças imperiais, mas o cavalo de Silva Tavares, com o freio rebentado na peleia, disparou em velocidade, causando a impressão de fuga, mesmo entre seus comandados. A confusão entre eles foi aproveitada pelos cavaleiros de Neto, que atacaram com força redobrada. O resultado deste mal-entendido foi ficarem os revoltosos gaúchos quase intactos, enquanto houve 180 mortos, 63 feridos e 100 prisioneiros do lado dos imperiais. Entre os prisioneios estava João Frederico Caldwell.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • DONATO, Hernâni. Dicionário das Batalhas Brasileiras. São Paulo: Editora Ibrasa, 1987.
  • SILVA, Alfredo P.M. Os Generais do Exército Brasileiro, 1822 a 1889, M. Orosco & Co., Rio de Janeiro, 1906, vol. 2, 949 pp.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

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