Bioterapia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo.

Bioterapia é um termo da homeopatia que se refere à utilização de produtos quimicamente indefinidos, tais como secreções, tecidos, órgãos (patógenos ou não) e alérgenos nas preparações medicamentosas. São medicamentos que seguem a farmacotécnica homeopática, onde as substâncias que originam tais medicamentos são ditas fontes para bioterápicos.

História[editar | editar código-fonte]

O médico Constantin Hering, esboçou que a diluição da serosidade da vesícula da sarna, era o primeiro nosódio, dando a ele o nome de Psorinum.

Johann Wilhelm Lux, foi o primeiro veterinário homeopata, a prescrever muco de vacas diluídos a uma potência de 30CH para casos de mormo.

Vários médicos passaram a fazer testes e estudo na terapêutica com bioterápicos.

Bioterápicos no Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 1923 o Dr. Licínio Atanásio Cardoso, publicou a obra Dyniotherapia autonosica. Dinioterapia Autonósica, também conhecida como auto-hemoterapia, é uma prática da isopatia onde o sangue venoso, após ser aquecido até 37,5°C durante um dia inteiro e depois dinamizado para ser aplicado pela via intramuscular.

Classificação[editar | editar código-fonte]

Bioterápicos de Estoque[editar | editar código-fonte]

O material ativo da medicação é fornecido por laboratórios industriais especializados.

Bioterápicos Codex
  • Vacinas, toxinas, soros.
Bioterápicos Simples
  • Culturas de micróbios
Bioterápicos Complexos
  • Secreções, excreções e órgãos doentes
Bioterápicos Ingleses
  • Nosódios intestinais de Bach-Peterson
Bioterápicos Roberto Costa
  • Microorganismos vivos

Isoterápicos[editar | editar código-fonte]

O insumo ativo pode ser de origem endógena ou exógena.

Auto-isoterápicos

São obtidos do paciente e englobam as fezes, secreções, cera de ouvido, urina, sangue, etc, e somente podem ser usados pelo dono da secreção.

Heteroisoterápicos

São insumos externos mas que sensibilizam o paciente. Como exemplo, a poeira, o pólen e alérgenos em geral.

Referências



Ícone de esboço Este artigo sobre farmácia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.