Bruno Kiefer

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Bruno Kiefer
Nascimento 9 de abril de 1923
Baden-Baden
Morte 27 de março de 1987 (63 anos)
Porto Alegre
Cidadania Brasil, Alemanha
Alma mater
Ocupação musicólogo, compositor

Bruno Kiefer (Baden-Baden, Alemanha, 9 de abril de 1923Porto Alegre, Brasil, 27 de março de 1987) foi um compositor, musicólogo e professor brasileiro ativo no Rio Grande do Sul.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Emigrou para o Brasil aos 11 anos de idade, junto com a família, fugindo do nazismo, indo fixar-se em Santa Catarina e, logo após, em Porto Alegre. Ali estudou música no Instituto de Belas-Artes, sendo aluno de Ênio de Freitas e Castro e de Julio Oscar Grau, e posteriormente lecionou na mesma escola as disciplinas de História da Música, História da Música Brasileira (disciplina criada por ele), História e Teoria dos Instrumentos, Apreciação Musical e Teoria do Som.[2]

Foi também compositor, musicólogo e crítico musical. Sua produção musical abrange cerca de 150 obras, e seus escritos incluem vários títulos de musicologia. Recebeu menção honrosa nos concursos de composição da Rádio MEC, da FUNARTE e da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.

Fundou o Seminário Livre de Música de Porto Alegre em 1966, e ocupou importantes cargos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sendo um dos criadores do Curso de Pós-Graduação em Música e, no governo estadual, como membro do Conselho Estadual de Cultura. Também deu aulas da Universidade Federal de Santa Maria.

A Casa de Cultura Mario Quintana tem um teatro com seu nome, o Teatro Bruno Kiefer.[3]

Cronologia[4][editar | editar código-fonte]

1923 – Bruno Kiefer nasceu em 9 de abril em Baden-Baden, na Alemanha. O mais velho de oito irmãos, era filho do jornalista Friedrich Kiefer e da professora de piano Otillie Kiefer, com quem aprendeu suas primeiras noções musicais. Além do piano, também teve contato com o violino durante a infância.

1934 – Seu pai, perseguido pelos nazistas por suas posições contrárias ao regime, veio para o Brasil com a esposa, os filhos e uma enorme quantidade de caixas de livros. Instalaram-se no município de Tangará, no interior de Santa Catarina.

1935 – Kiefer deu prosseguimento aos estudos cursando o ginásio em Porto Alegre, onde hospedou-se na casa de um casal de alemães. Estudou em dois colégios jesuítas, o São José, onde integrava o coral, e o Anchieta. Fez o curso pré-técnico no Colégio Estadual Júlio de Castilhos.

Aos 17 anos, começou a estudar flauta sozinho, num instrumento velho achado na casa onde morava. Posteriormente foi procurar o professor Júlio Grau, quem lhe ajudou na aquisição de uma flauta em condições de uso. Para se sustentar, trabalhou inicialmente numa fundição, depois como auxiliar de fotógrafo e mais tarde numa firma comercial, até que começou a ganhar dinheiro como flautista e como professor de matemática, física e química, em diversas escolas e universidades.

1941 – Concluiu o Curso Ginasial no Colégio Anchieta.

1943 – Concluiu o Curso Pré-técnico no Colégio Estadual Julio de Castilhos.

1945 – Após a guerra, embora os filhos não quisessem, seus pais tentaram retornar para a Alemanha, primeira entre tantas investidas frustradas. Acabaram estabelecendo-se todos em São Paulo, menos Bruno.

1947 - Concluiu o curso superior de Química Industrial, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

1948 - Ao mesmo tempo em que concluiu o Curso de Música / Flauta, começou o Bacharelado em Composição. Kiefer havia iniciado sozinho o estudo de harmonia, sendo (inicialmente como ouvinte) admitido depois no Instituto de Belas Artes, hoje Instituto de Artes da UFRGS, onde foi aluno de Paulo Guedes (Estética Musical) e de Ênio Freitas e Castro (Harmonia e Composição).

1949 - Neste ano escreveu seu primeiro artigo para um periódico, como aluno do curso de composição da UFRGS, para uma revista feita pelos alunos de arquitetura da mesma universidade (a revista Espaço). Kiefer Colaborou com diversos jornais do país, a partir de 1965, como O Estado e Folha de São Paulo; Correio do Povo, Diário de Notícias e Jornal do Comércio (RS); Minas Gerais, escrevendo sobre história da música, música brasileira, música moderna, filosofia e estética do Romantismo, Beethoven, Enesto Nazareth, Villa-Lobos, democratização da música, função integradora da música, memória, música e o fazer, o acaso na música... Publicou artigos em revistas como Latin American Music Review, Revista Brasileira de Cultura, Cultura (MEC), Boletim do Gabinete Português de Leitura, ART (UFBA), Música: Textos e Contextos (FUNARTE), Boletim da Sociedade Brasileira de Musicologia.

1950 – Como flautista, foi um dos músicos fundadores da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), onde tocou por dois anos. Assumiu o cargo de professor de Física do Colégio Anchieta, onde permaneceu até 59. Também deu aulas de Física-química e Química Superior na Pontifície Universidade Católica (PUC).

1952 – Casou-se em fevereiro com a pianista Léa Rolland. Em março, adquiriu a nacionalidade brasileira. Foi aprovado no exame de suficiência para obtenção do título de Professor de Física do ensino secundário.

1953 – Em maio nasceu seu primeiro filho, Suzana Kiefer.

1955 – Em fevereiro nasceu o segundo filho, Flávio Kiefer. Assumiu o cargo de professor de Física do Colégio Concórdia, de onde saiu em 1957 e deu aulas de Didática Especial da Química na PUC.

1956 – Segundo seu catálogo, Kiefer compôs neste ano suas primeiras obras, embora tenhamos encontrado referências à composições anteriores. Foram três peças para piano, Poema para ti, Ares de moleque e Devaneio, e uma para clarinete e piano, Saudade. Assumiu o cargo de professor do Colégio Nossa Senhora do Rosário, ficando até 69. Foi convidado a lecionar matemática, a partir deste ano, no Curso de Orientação aos Exames de Suficiência de Porto Alegre (56, 59), Belo Horizonte (57), Aracaju (61) e São Carlos (62).

1957 – Compôs suas primeiras canções, todas para voz aguda e piano, Canção de inverno e Canção de garoa, com poesia de Mário Quintana, Pobre velha música, Contemplo o lago mudo e Leve, breve, suave, Fernando Pessoa, e Olha teu passo, Santiago Naud; além de mais duas obras para piano. Concluiu neste ano o Bacharelado em Física, na UFRGS.

1958 – Ano de mais uma leva de canções, também para voz aguda, Canção para uma valsa lenta (Quintana), Sol nulo dos dias vãos e No ouro sem fim da tarde morta (Pessoa); além de duas obras corais, Ao longe, ao luar e Vento que passas (Pessoa) e uma Sonata I para piano. Lançou seu primeiro livro Música Alemã: dois estudos, pelo Instituto Estadual do Livro, dirigido na época pelo poeta Santiago Naud. Assumiu o cargo de professor de Física do Colégio Estadual Júlio de Castilhos e de Análise Matemática da Faculdade de Filosofia da UFRGS, permanecendo até 68, além de dar aulas de física-química na PUC.

1959 – Compôs a Sonata II, para piano, e músicas de câmara.

1960 - Foi editado um livro seu de matemática, pela UFRGS, chamado Equações Diferenciais e Derivadas Parciais de Primeira Ordem.

1961 – Recebeu o 1º Prêmio no Concurso de Composição Musical “Prêmio Universidade da Bahia”.

1964 – Foi neste ano que Kiefer decidiu que seria compositor. Mesmo tendo que continuar a trabalhar em outras áreas para sustentar-se financeiramente, comporia todos os dias. Foi nomeado Diretor de Artes da Divisão de Cultura da Secretaria de Estado dos Negócios da Educação e Cultura, pelo Governador do Estado do Rio Grande do Sul, função que exerceu pelo período de cinco anos.

1965 – Ganhou menção honrosa no Concurso de Composição da Rádio MEC e participou do júri do Concurso Nacional de Composição Musical da Bahia.

1966 – Fundou o Seminário Livre de Música (SELIM), tornando-se seu diretor.

1967 – Deu aulas de estética, história da música e apreciação musical no I Festival de Música Erudita da Universidade Federal de Goiás.

1968 - Saiu uma primeira versão de seu livro História e Significado das Formas Musicais, pela Editora Ricordi. Transformou o SELIM em Centro Livre de Cultura (CLC) e promoveu o Seminário de Música e Cultura Contemporânea em Passo Fundo.

1969 – Foi editado o livro Elementos da Linguagem Musical, prefaciado pelo escritor Érico Veríssimo, vizinho e amigo de Kiefer, através da Editora Movimento, e a partir de então todos os seus livros passaram a ser publicados por ela. Foi somente neste ano, quando transferiu-se da Faculdade de Filosofia para o Departamento de Música do Instituto de Artes da UFRGS, que pôde dedicar-se integralmente à música, como compositor, professor e pesquisador, abandonando de vez as carreiras científicas. Nesta universidade, onde atuou até sua morte, lecionou História da Música, História da Música Brasileira (disciplina criada por Kiefer), História e Teoria dos Instrumentos, Apreciação Musical e Teoria do Som (ex-Acústica Aplicada à Música), integrou a Comissão de Carreira, o Conselho de Coordenação do Ensino e da Pesquisa, entre outras comissões. Admitido como Professor Titular do Departamento de Música do Centro de Artes da Universidade Federal de Santa Maria, nas disciplinas de Estética, Contraponto e Percepção Musical, onde trabalhou até 1976. Assumiu as cadeiras de Harmonia e História da Música na Faculdade Liceu Musical Palestrina. De 1969 até 73, foi membro do Conselho Estadual de Cultura. Em julho faleceu seu pai.

1970 – Participação no livro Aspectos do modernismo brasileiro, organizado por Flávio Loureiro Chaves (UFRGS), com capítulo dedicado a Mário de Andrade e o modernismo na música brasileira. O livro História e Significado das Formas Musicais foi re-editado, agora pela Movimento. Encerrou suas atividades no Liceu Musical Palestrina.

1971 - Casou-se em junho com a educadora musical Nidia Beatriz Nunes Kiefer. Participou como compositor convidado do I Encontro Nacional de Compositores, no Rio de Janeiro, quando foi fundada a Sociedade Brasileira de Música Contemporânea, para a qual foi eleito Edino Krieger presidente e Kiefer suplente da Diretoria Regional da região sul.

1972 – Foi professor de composição e análise VI Festival de Inverno de Ouro Preto.

1973 – Ganhou menção honrosa no Concurso Nacional de Composição promovido pela Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.

1974 – Dirigiu o I Seminário de Música de Porto Alegre, promovido pela Divisão de Cultura da Prefeitura Municipal, Pro-Arte Sociedade de Artes, Letras e Cinema e Editora Movimento. Recebeu a Medalha Simões Lopes Neto, do Governador do Rio Grande do Sul.

1975 – Nasceu seu terceiro filho em agosto, Luciana Nunes Kiefer.

1976 – Revisou todas suas canções para voz aguda e piano. Foi membro do júri do Concurso Nacional de Composição – Conjunto de Música Nova da UFBA. Publicou o livro História da Música Brasileira – dos primórdios ao início do século XX, que pretendia ser o primeiro de dois volumes. (O segundo volume acabou sendo editado em 4 fascículos, Kiefer não teve tempo de completar o projeto). Rescisão do contrato com a UFSM.

1978 – Nasceu seu quarto filho em agosto, Marcelo Nunes Kiefer. Compôs sua última canção, Palavras do Anjo, para voz média e piano. Lançou o livro A Modinha e o Lundu e participou do livro O Romantismo, organizado por J. Ginzburg (Perspectiva), com capítulo dedicado ao Romantismo na Música. Faleceu sua mãe.

1979 – Foi editado o livro Música e Dança Popular.

1981 - Publicou o livro Villa-Lobos e o Modernismo na Música Brasileira.

1983 - Ganhou menção honrosa no Concurso Nacional de Composição promovido pela FUNARTE/MEC. Publicou o livro Francisco Mignone: Vida e Obra e escreveu um capítulo dedicado A música profana de José Mauricio para o livro Estudos Mauricianos, organizado por José de Andrade (Funarte/INM).

1985 - Foi re-publicado o primeiro livro, Música Alemã: dois estudos.

1987 - Participou da implantação do curso de Pós-graduação em Música da UFRGS, onde ministrou o seminário História e Literatura Musical. Contribuiu para o livro Carlos Gomes: uma obra em foco, organizado por Vicente Salles (Funarte/INM), com capítulo dedicado A obra pianística de Antonio Carlos Gomes. Faleceu em 27 de março, aos 63 anos, em Porto Alegre, em decorrência de problemas cardíacos.

Obras Musicais - composições[editar | editar código-fonte]

  • Música de câmara
  • Para piano[5]
    • Colóquio
    • Sonata I
    • Lamentos da Terra
    • Duas peças sérias
    • Tríptico
    • Sonata II
    • Seis pequenos quadros
    • Toccata
    • Ares de moleque
    • Em poucas notas
    • Alternâncias
    • Poema para ti
  • Para flauta doce
    • Poemas da Terra (1976)
      • Poemas da Terra 1
      • Poemas da Terra 2
      • Poemas da Terra 3
      • Poemas da Terra 4
      • Poemas da Terra 5
    • Música pra Gente Miúda, lançado em livro de partituras (1985)
      • Cantilena
      • Singelo
      • Síncopes indolores
      • Lépido e fagueiro
      • Cantilena II
      • Poeminha do silêncio
      • Escada rolante
      • Sons alegres
      • Velho umbu
      • Eta! Contratempos...
      • Dois cânones infinitos: calmo
      • Dois cânones infinitos: animado
      • Despreocupado
      • Contraponto lírico
      • Sons que se perdem
      • Chamada
      • Cânone por movimento retrógrado
      • Momento de ternura
      • Brincando
      • Lembrando a velha tradição
      • Peça fácil
      • Cânone a três vozes
      • Um ré insistente
      • Fuga mirim (à moda antiga)

Discografia[editar | editar código-fonte]

discos inteiramente dedicados a sua obra

  • Colóquio (LP), 1988.
  • Bruno Kiefer - E a vida continua, com Cristina Capparelli ao piano, 1995.
  • Sons Perdidos, com Márcio de Souza, 2000.
  • Poemas da Terra (CD), 2003.
  • Colóquio (CD, remasterizado e com faixas bônus, incluindo interlúdios de diálogos compositor/intérpretes), 2005.
  • Bruno Kiefer - madrigais, motetos e canções, 2009
  • O Clarinete na obra de Bruno Kiefer, com Diego Grandene de Souza, 2019.


discos com uma ou mais obras gravadas

  • I Bienal de Música Brasileira Contemporânea (música: no cimo das copas), Sala Cecília Meireles, LP, 1975.
  • Os Cameristas (música: Divertimento N.1), LP, 1976.
  • Recital (música: Três poemas), LP, 1978.
  • Música de Câmara do Brasil, documentos da música brasileira vol. 5 (música: Trio: scherzando, tranquilo e enérgico), LP, 1979.
  • Sindicato dos Músicos Profissionais do Rio de Janeiro (música: Errância), LP, 1979.
  • Jovens Intérpretes (música: Monólogo), LP, 1982.
  • Música Brasileira - UnB (música: Trio), LP, 1982.
  • III Bienal de Música Brasileira Contemporânea 5 (música: Trio, para flauta, oboé e piano), ao vivo (todos os volumes gravados na Sala Cecília Meireles em1979), LP, 1985-86.
  • O Sul Erudito (músicas: Três Canções do vento e Notas sombrias), LP, 1987.
  • Associação Canto Coral (música: Oração do Poeta), LP, ....
  • Música de Câmara Brasileira, Trio de Madeiras de Porto Alegre (música: Ambivalências), CD, 1995.
  • Música Brasileira para Clarineta e Piano, José Botelho e Fernanda Chaves Canaud. (música: Monólogo), CD, 1996.
  • Música Brasileira para Canto e Piano, Inácio de Nonno e Laís Figueiró. (música: Elegia (de Canções do Vento), CD, 1996.
  • Música Nova do Rio Grande do Sul, Brasil, OSPA. (música: Diálogo para piano e orquestra), CD, 1998.
  • Prelúdios em Porto Alegre, Luciane Cardassi. (música:Terra Selvagem), CD, 1998.
  • Belo Belo, Coral Unisinos. (música: Vento que passas), CD, 1999.
  • Lea Roland Kiefer (músicas: Seis pequenos quadros: vastidão, com leveza, valsa impossível, cantilena, dolente e linhas angulares; e Sonata II), CD, 1999.
  • A Arte da Organista Anne Schneider (música: Reflexões: meditativo e fuga), CD, 2000.
  • Brazilian Toccatas and Toccatinas, Vânia Pimentel. (música: Toccata), CD, 2000.
  • Cantando ao Pôr-do-sol, Coral feminino do Hosp. Moinhos de Vento. (música: O menino doente), CD, 2000.
  • Sonetos de amor e morte (música: Ventos Incertos), CD, 2002.
  • Porto Allegro, Leonardo Winter e Daniel Wolff. (música: Música sem incidentes), CD, 2012.
  • Falando Brasileiro, Quinta Essentia Quarteto (música: Poemas da Terra: I a V), CD, 2012.
  • Música para Flauta de Compositores Gaúchos, Leonardo Winter (música: Coxilhas: Quase lento e devagar), CD, 2017.

Obras literárias[editar | editar código-fonte]

  • Música Alemã, dois estudos. Primeira edição - Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 1958. Posteriormente foi editado pela Ed. Movimento, 1985.
  • Equações Diferenciais e Derivadas Parciais de Primeira Ordem. Porto Alegre: UFRGS, 1960.
  • História e significado das formas musicais. Primeira edição - Porto Alegre: Ricordi, 1968. Posteriormente foi editado pela Ed. Movimento,1970.
  • Elementos da linguagem musical. Porto Alegre: Movimento, 1969.
  • História da música brasileira dos primórdios ao início do século XX . Porto Alegre: Movimento, 1976.[6]
  • A Modinha e o Lundu, Porto Alegre, Movimento, 1978.
  • Música e dança Popular, Porto Alegre, Movimento, 1979.
  • Villa-Lobos e o Modernismo na música brasileira, Porto Alegre, Movimento, 1981.
  • Franscisco Mignone – vida e obra, Porto Alegre, Movimento, 1983.
  • capítulo Mário de Andrade e o modernismo na música brasileira em Aspectos do modernismo brasileiro. Flávio Loureiro Chaves (org.), 1970.
  • capítulo Romantismo na Música em O Romantismo. J. Ginzburg (Org.). Ed. Perspectiva, 1978.
  • capítulo A música profana de José Mauricio em Estudos Mauricianos. Funarte/INM, 1983.
  • capítulo A obra pianística de Antonio Carlos Gomes em Carlos Gomes: uma obra em foco. Vicente Salles (org.). Funarte/INM, 1987.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

1961 - 1º Prêmio no Concurso de Composição Musical “Prêmio Universidade da Bahia”.

1965 - menção honrosa no Concurso de Composição da Rádio MEC

1973 - menção honrosa no Concurso Nacional de Composição promovido pela Sociedade Brasileira de Música Contemporânea

1964 - recebeu a Medalha Simões Lopes Neto, do Governador do Rio Grande do Sul

1983 - menção honrosa no Concurso Nacional de Composição promovido pela FUNARTE/MEC

Prêmio Açorianos[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
2000[7] Disco Erudito Sons Perdidos (com Márcio de Souza) Indicado
2005[8] Disco Erudito Colóquio Indicado

Referências