Caseum

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Caseum
Cáseos em diferentes tamanhos.
Classificação e recursos externos
CID-10 J35.8
CID-9 474.8
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O cáseo amigdaliano ou somente caseum (do latim, caseus, queijo) ou tonsilólito ou popularmente "bolinha na garganta" é uma substância pastosa esbranquiçada ou amarela que resulta da necrose maciça dos tecidos, particularmente das lesões tuberculosas. No caseum recente e no caseum liquidificado, encontram-se numerosos bacilos tuberculosos. É comum a acumulação de caseum na garganta, mas exatamente nas amígdalas nas grutas de nossas gargantas pois ficam acumuladas e juntando restos alimentares e assim criando massa e em um momento de grande volume acarreta em desconforto assim também, e não raramente é confundido como placa de pus. Além do mau hálito, o caseum produz uma irritação nas amígdalas e pode facilitar uma infecção, ou popularmente chamada de amigdalite.

O caseum não é contagioso e podem ser expelidos durante a fala, tosse ou espirros, ou ainda, têm de ser retirados das amígdalas mediante a utilização de instrumentos ou “apertando-se” as amígdalas, podendo gerar ferimentos nestes últimos dois casos.

Os cáseos amigdalianos são um problema que afeta uma significativa porcentagem da população, sem haver até recentemente um método simples, econômico, seguro e não invasivo de tratamento conservador. [1] Há mais de 150 mil casos por ano (Brasil). O caseum pode durar anos ou a vida inteira.

Cirurgia[editar | editar código-fonte]

Amigdalectomia (Remoção cirúrgica das amígdalas) procedimento médico que pode ser feito de duas formas: laser (Dispositivos que utilizam luz altamente concentrada para cortar, queimar ou remover tecidos do corpo) ou raspagem de tecido (Remoção de tecido por raspagem com um instrumento cirúrgico chamado cureta). [2]

Caseum em amígdala (tonsil).

Sintomas[editar | editar código-fonte]

Os sintomas podem incluir uma sensação de algo preso na garganta, mau hálito, dor de garganta, dificuldade em engolir e dor de ouvido. [2]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Geralmente, pode ser tratado pela própria pessoa, removendo com pinças, cotonetes, ou até mesmo o próprio dedo. Muitos não precisam de tratamento. Os maiores podem ser removidos por um médico.[2]

Diagnóstico[editar | editar código-fonte]

Geralmente diagnosticável pela própria pessoa. Não requer exames laboratoriais ou de imagem.[2]

Idades Afetadas[editar | editar código-fonte]

IDADE
0-2 anos Raro
3-5 anos Raro
6-13 anos Comum
14-18 anos Muito comum
19-40 anos Muito comum
41-60 anos Muito comum
+60 anos Muito comum

Ver Mais[editar | editar código-fonte]

Tonsila

Tonsilite (ou amigdalite)

Tonsilectomia (ou Amigdalectomia)

Referências

  1. da Conceição, Dr. Mauricio Duarte. [www.caseosamigdalianos.com.br. «Cáseos Amigdalianos ou Caseum, o que são?»] Verifique valor |url= (ajuda). Clínica Halitus 
  2. a b c d «Cáseo». Hospital Israelita A. Einstein e outros 
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