Colbertismo

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O Colbertismo foi criado nos séculos XVI e XVII e é o Mercantilismo característico da política econômica francesa.

Teorizado e promovido por Jean-Baptiste Colbert, controlador geral das finanças do rei Luís XIV. Uma vez que a maior parte do comércio internacional se fazia por meio de metais, como o ouro e a prata, o colbertismo propunha que o volume de exportações fosse maior que o de importações para que se obtivesse uma balança comercial favorável. As consequências desta política foram um protecionismo rígido que visava, entre outras coisas, o incremento da produção de manufaturas; por outro lado, uma série de conflitos econômicos e guerras sangrentas aconteceram neste período. O maior legado das desvantagens desse tipo de política econômica foi o endurecimento das estruturas econômicas e os processos e a redução do espaço para a inovação, através de uma rede de regulamentos e de controles meticulosos.

O Jean-Baptiste Colbert estava ciente que a França não iria conseguir alcançar o nível de produção da então potência industrial da época (Inglaterra), então preferiu direcionar a manufatura francesa para produtos com alto valor agregado, esse comportamento econômico tem reflexos no mercado francês até os dias atuais.

O Colbertismo constituía nos subsídios e ajuda à produção nacional, com políticas a favor do nascimento, a fim de aumentar a disponibilidade de mão de obra. [1] Tudo isso vizando facilitar e promover, sobretudo, as manufaturas de artigos de luxo que seriam comercializados pela Europa. Porém, o problema dessa prática era que, se algum de seus clientes sofressem um abalo na sua economia cortariam os gastos supérfluos, dando prejuízo ao país que praticava o Colbertismo.

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  1. [1] - Artigo em espanhol.