Conde de Almada

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Brasão d´armas de conde de Almada e Abranches
Armas de Almada chefe, Livro do Armeiro-Mor (fl 60)

Conde de Almada é um título nobiliárquico criado por D. Maria I, rainha de Portugal, por despacho de 29 de Abril de 1793, confirmado por carta de 4 de Maio de 1793,[1] a favor de D. Lourenço José Boaventura de Almada e seus descendentes, representantes do condado de Avranches.

Na atribuição deste título nobiliárquico a opção foi fazê-lo de "sul cognome", mantendo o sobrenome Almada, a monarca, quis prestar homenagem assim à mesma família, dignificando-a[2] e porque, neste caso tal como noutros, transcreve-o na própria carta de armas coincidente com o mesmo acto.

Lista de Condes de Almada[editar | editar código-fonte]

  1. Lourenço José Boaventura de Almada, 1.º Conde de Almada;
  2. Antão José Maria de Almada, 2.º Conde de Almada;[3]
  3. Lourenço José Maria Boaventura de Almada de Abreu Pereira Cirne Peixoto, 3.º Conde de Almada.[4]

Com a instauração do sistema Liberal, a que a família sempre se opôs, enquanto aguardava uma possível mudança de regime de governação, foram pretendentes ao título:

Após a implementação da República de Estado e o fim do sistema nobiliárquico (Monarquia), tornaram-se pretendentes ao título, respetivamente:

Referências

  1. D. Affonso V, Regist. no Arch. da T. do T., Liv., 3 dos Místicos a fl. 188. - Albano da Silveira Pinto, Resenha das famílias titulares Grandes de Portugal, Empreza Editora de Francisco Arthur da Silva, Lisboa, 1883. Pág. 38
  2. Nobreza, in Infopédia (Em linha), Porto: Porto Editora, 2003-2013 (Consult. 2013-08-05).
  3. Decreto de 15 de Agosto de 1805 e Portaria de 20 de Agosto do mesmo ano (Original no Arch. da Secret. de Est. dos Neg. do Reino, maço de Decretos de Agosto de 1805.) - Albano da Silveira Pinto, Resenha das famílias titulares Grandes de Portugal, Empreza Editora de Francisco Arthur da Silva, Lisboa, 1883. Pág. 38
  4. Decreto de 13 de Maio de 1825 (D. João VI) e Carta de 20 de Setembro ^H^ de 1841 (D. Maria II, Regist. no Arch. da T. do T., Clianc. de D. Maria II, Liv. 15, m a fl. 145. V.) - Albano da Silveira Pinto, Resenha das famílias titulares Grandes de Portugal, Empreza Editora de Francisco Arthur da Silva, Lisboa, 1883. Pág. 38

Dados bibliográficos e documentais[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]