Crateva tapia
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Crateva tapia
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| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||
| Crateva tapia Carolus Linnaeus | |||||||||||||||||
Crateva tapia, popularmente conhecida como tapiá ou trapiá, é uma espécie de árvores ou arbustos, sendo o único membro do gênero monotípico Crataeva, pertencente a família Capparaceae. É uma espécie nativa das Américas.[1]

Etimologia
[editar | editar código]O nome popular tapiá, bem como o epíteto específico tapia, provêm do tupi antigo tapi'a.[2]
Descrição
[editar | editar código]São árvores ou arbustos que variam de 2 a 25 metros de altitude, com uma coroa de até 20 metros de diâmetro. Possuem uma crosta marrom opaca, que varia desde tons claros até tons mais escuros. Possuem também galhos largos e estreitos variando de 8 a 13 cm de comprimento e 2 a 9 cm de largura.
Distribuição e habitat
[editar | editar código]É uma espécie comum em florestas secas e áreas com solos arenosos, especialmente na altitude de 0-500 metros. Distribui-se intensamente entre o México e a Amazônia. Quando cresce em clima seco, é muito semelhante a Cucurbita palmeri.
Taxonomia
[editar | editar código]Crataeva tapia foi descoberta por Carlos Linneo, o qual publicou o feito em Species Plantarum.[3]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ Crataeva tapia em The Plant List
- ↑ Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. ISBN 978-85-260-1933-1 Informe a(s) página(s) que sustenta(m) a informação (ajuda)
- ↑ Crateva tapia L. Disponível em: http://www.tropicos.org/Name/5900725. Acessado em 17 de Outubro de 2013
Bibliografia
[editar | editar código]- CONABIO. 2009. Catálogo taxonómico de especies de México. 1. In Capital Nat. México. CONABIO, Mexico City.
- Cornejo Sotomayor, X. & H.H. Iltis. 2008. A revision of the American species of the genus Crateva (Capparaceae). Harvard Pap. Bot. 13(1): 121–135.
- Correa A., M.D., C. Galdames & M. Stapf. 2004. Cat. Pl. Vasc. Panamá 1–599. Smithsonian Tropical Research Institute, Panama.
- Davidse, G., M. Sousa Sánchez, S. Knapp & F. Chiang Cabrera. 2013. Saururaceae a Zygophyllaceae. 2(3): ined. In G. Davidse, M. Sousa Sánchez, S. Knapp & F. Chiang Cabrera (eds.) Fl. Mesoamer.. Universidad Nacional Autónoma de México, México.
- Forzza, R. C. 2010. Lista de espécies Flora do Brasil http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010. Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
- Funk, V. A., P. E. Berry, S. Alexander, T. H. Hollowell & C. L. Kelloff. 2007. Checklist of the Plants of the Guiana Shield (Venezuela: Amazonas, Bolivar, Delta Amacuro; Guyana, Surinam, French Guiana). Contr. U.S. Natl. Herb. 55: 1–584. View in Biodiversity Heritage Library
- Hokche, O., P. E. Berry & O. Huber. (eds.) 2008. Nuevo Cat. Fl. Vasc. Venezuela 1–860. Fundación Instituto Botánico de Venezuela, Caracas.
- Idárraga-Piedrahita, A., R. D. C. Ortiz, R. Callejas Posada & M. Merello. (eds.) 2011. Fl. Antioquia: Cat. 2: 9–939. Universidad de Antioquia, Medellín.
- Iltis, H.H. 2001. Capparaceae. En: Stevens, W.D., C. Ulloa Ulloa, A. Pool & O.M. Montiel (eds.). Fl. Nicaragua. Monogr. Syst. Bot. Missouri Bot. Gard. 85(1): 566–584.
- Jacobs, M. 1964. The genus Crateva. Blumea 12(2): 177–208.