Diagnóstico genético pré-implantação

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O DGPI acrónimo de Diagnóstico Genético Pré-Implantação (pré implantacional ou pré-implantatório) é um método de diagnóstico pré-natal utilizado em técnicas de reprodução medicamente assistida e que visa prevenir a transferência de embriões portadores de graves doenças génicas, por ex. a PAF (doença dos pezinhos), ou cromossómicas, por exemplo a trissomia 21 (mongolismo).

Obtenção das células[editar | editar código-fonte]

As células necessárias à realização do DGPI são obtidas geralmente no terceiro dia de desenvolvimento do embrião em que este possui entre seis e doze células. Destas são recolhidas por biópsia uma a duas células que se destinam a ser analisadas.

Técnica[editar | editar código-fonte]

São utilizadas duas técnicas de DGPI: a FISH (Fluorescence in situ hibridization) para detecção de patologias cromossómicas e a PCR (Polimerase Chain Reaction) para detecção de patologias génicas.

Casos na história[editar | editar código-fonte]

O primeiro bebé sem gene cancerígeno é uma menina londrina. Foi retirado o gene BRCA1, causador de câncer de mama e ovário. As três últimas gerações da família da criança tinham diagnóstico de câncer.[1][2]

Notas e referências

  1. «Bebê nasce sem gene que gera câncer de mama» [S.l.: s.n.] Consultado em 10 de janeiro de 2009 
  2. «Nasce 1° bebê sem gene cancerígeno» [S.l.: s.n.] 10 de janeiro de 2009. Consultado em 10 de janeiro de 2009 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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