Doninha-anã

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaDoninha-anã
Mustela nivalis -British Wildlife Centre-4.jpg

Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Família: Mustelidae
Subfamília: Mustelinae
Género: Mustela
Espécie: M. nivalis
Nome binomial
Mustela nivalis
Linnaeus, 1766

A doninha-anã (Mustela nivalis) é uma espécie de doninha, um pequeno mamífero carnívoro da família dos mustelídeos.

Tamanho[editar | editar código-fonte]

Com menos de 23 centímetros de comprimento, trata-se do menor mamífero carnívoro vivo. Isso não significa que ele seja o menor mamífero que se alimenta de carne (título que pertence ao musaranho, apesar de sua dieta constituir-se de insetos, e não carne de vertebrados, como no caso da doninha) apenas que é o menor membro vivo da ordem Carnivora, que inclui mamíferos como o cão, o urso, a foca, o quati, a hiena, o gato e o mangusto.

Aparência e Hábitos[editar | editar código-fonte]

De pequeno porte, patas curtas e corpo alongado e ágil, próprio para penetrar na toca de roedores, a doninha anã é muito semelhante à suas primas como a doninha-das-montanhas, o arminho e o furão, todos do gênero Mustela.

O corpo da doninha, como já estabelecido, é próprio para caçar presas pequenas. Seu cardápio constitui-se de roedores, coelhos e outros pequenos mamíferos. São animais solitários e agressivos contra os membros de sua própria espécie.

Em locais de clima mais frio, a doninha, assim como seu parente o arminho, troca sua pelagem e fica inteiramente branca[1] durante o inverno a fim de se camuflar na neve. Na primavera, a pelagem normal reaparece.

Distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]

Este animal pode ser encontrado na Europa, Ásia e América do Norte, geralmente em áreas mais ao norte, mas já foi encontrada também no norte da África.

Foi acidentalmente introduzida pelo homem na Austrália e na Nova Zelândia.

Referências

  1. Josef Reichholf (1984). Mamíferos. [S.l.]: Círculo dos Leitores. pp. 152–153 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]