Saltar para o conteúdo

ATA: diferenças entre revisões

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Conteúdo apagado Conteúdo adicionado
m Foram revertidas as edições de 201.27.59.59 para a última revisão de 189.30.24.184, de 19h19min de 14 de setembro de 2017 (UTC)
Linha 32: Linha 32:


==== ULTRA UDMA NO BIOS E NO HARDWARE====
==== ULTRA UDMA NO BIOS E NO HARDWARE====
O DMA mostrou-se eficiente por algum tempo. Porém com o aumento da transmissão de bits, percebeu-se que ele sozinho não supriria a necessidade. Então começou-se a procurar alternativas que minimizassem o estado de espera, mais conhecido como lentidão, em curto prazo. A solução encontrada na época foi criar um driver para inserir no BIOS dos computadores que tornasse possível alterar a largura de banda sem alterar características físicas da controladora como a frequência do barramento que comunica a controladora e o processador.
O DMA mostrou-se eficiente por algum tempo. Porém, o aumento da transmissão de bits em um caminho estreito, fez os desenvolvedores perceberem que era preciso alterar parâmetros da com controladora sem alterar a essência da. Então começou-se a procurar alternativas que minimizassem o estado de espera, mais conhecido como lentidão, em curto prazo. A solução encontrada na época foi criar um driver para inserir no BIOS dos computadores que tornasse possível alterar a largura de banda sem alterar características físicas da controladora como a frequência do barramento que comunica a controladora e o processador.
O fato de um o chipset ser moderno para a época não significava que a versão do UDMA suportado pelo BIOS fosse a última versão lançada.
O fato de um o chipset ser moderno para a época não significava que a versão do UDMA suportado pelo BIOS fosse a última versão lançada.
Apear de ser criado 1998, o UDMA só chegou ao mercado em 2000 em poucos BIOS e poucos dispositivos e permaneceu até a controladora cair em desuso.
Apear de ser criado 1998, o UDMA só chegou ao mercado em 2000 em poucos BIOS e poucos dispositivos e permaneceu até a controladora cair em desuso.

Revisão das 17h38min de 15 de setembro de 2017

 Nota: Se procura por outras acepções, veja Ata.
Socket IDE/ATA numa motherboard, logo acima dois sockets de memória RAM (DIMM).
Conector com cabo.

ATA, um acrónimo para a expressão inglesa Advanced Technology Attachment, é um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como discos rígidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais. A evolução do padrão fez com que se reunissem em si várias tecnologias antecessoras, como:

  • (E)IDE - (Extended) Integrated Drive Electronics
  • ATAPI - Advanced Technology Attachment Packet Interface
  • UDMA - Ultra DMA

Com a introdução do Serial ATA em 2003, o padrão ATA original foi retroactivamente renomeado para Parallel ATA (ATA Paralelo, ou PATA).

Este padrão apenas suporta cabos até 19 polegadas (450 mm), embora possam ser adquiridos cabos de maior comprimento, e é a forma menos dispendiosa e mais comum para este efeito.

História

IDE

Embora o standard tenha tido a designação ATA desde sempre, o mercado inicial divulgou a tecnologia como IDE (e sucessora E-IDE). Embora estas designações fossem meramente comerciais e não standards oficiais, estes termos aparecem muitas vezes ao mesmo tempo: IDE e ATA. O termo Integrated Drive Electronics (IDE) refere-se não somente à definição do conector e interface, mas também ao fato do controlador estar integrado na drive, não estando separado na/ou ligado à placa-mãe.[1] Com a introdução do Serial ATA em 2003, esta configuração foi retroativamente renomeada para Parallel ATA (ou PATA, ATA Paralelo) referindo-se ao método como os dados eram transferidos pelos cabos desta interface.

ATAPI

O interface foi projetado inicialmente apenas para conectar discos rígidos; com o advento de outros tipos de dispositivos de armazenamento - nomeadamente os de suporte amovível, como drives de CD-ROM, tape drives, e drives disquetes de grande capacidade, como as ZIP — obrigou à introdução de extensões ao padrão inicial. É assim que surge a extensão ATAPI (do inglês Advanced Technology Attachment Packet Interface), cuja designação formal seria ATA/ATAPI.

DMA

A partir do Windows 95, o desempenho propiciado pelo modo PIO tornou-se insuficiente para a transmissão de pacotes e era necessário encontrar uma solução. A solução encontrada foi inserir nas placas mães um novo canal que interligava o host à memória RAM sem a interferência do processador. Esse canal que era um barramento ISA 16 bits, desviava os pacotes de informações do caminho do processador e enviando-os para a memória. O fato de ele tirar essa tarefa do processador melhorou o desempenho do hardware como um todo.

Ultra DMA

ULTRA UDMA NO BIOS E NO HARDWARE

O DMA mostrou-se eficiente por algum tempo. Porém, o aumento da transmissão de bits em um caminho estreito, fez os desenvolvedores perceberem que era preciso alterar parâmetros da com controladora sem alterar a essência da. Então começou-se a procurar alternativas que minimizassem o estado de espera, mais conhecido como lentidão, em curto prazo. A solução encontrada na época foi criar um driver para inserir no BIOS dos computadores que tornasse possível alterar a largura de banda sem alterar características físicas da controladora como a frequência do barramento que comunica a controladora e o processador. O fato de um o chipset ser moderno para a época não significava que a versão do UDMA suportado pelo BIOS fosse a última versão lançada. Apear de ser criado 1998, o UDMA só chegou ao mercado em 2000 em poucos BIOS e poucos dispositivos e permaneceu até a controladora cair em desuso.

ULTRA DMA NOS SISTEMAS OPERACIONAIS

O driver da controladora ATA contido nas versões do sistemas operacionais: Windows Milenium Edition (1999), Windows XP (2001), Windows XP Service Pack (2002), Service Pack 2 (2004) e Windows XP SP3 (2007) não disponibilizavam a última versão da função UDMA, por isso havia necessidade de instalar o pacote chamado "BUS Mastering IDE", envidado no CD de drivers da placa mãe; somente a partir do Windows Vista (2007) a função tornou-se nativa. O Windows não precisa mapear a versão do UDMA para que a função esteja ativa, basta que informe a existência. O hardware é quem mapeia a versão porque altera somente a velocidade de transmissão.

LIMITAÇÕES

As principais limitações eram a frequência do caminho que comunica a controladora com o processador, que era de 33 MHz e o tamanho máximo do endereçamento do bloco lógico suportado pelo BIOS daquela época que era de 28 bits e depois de 48 bits. A frequência influencia na capacidade de transmissão simultânea porque não é possível a transmitir pacotes de informações grandes em baixa frequência, isso vai gerar enfileiramento consequentemente estado de espera (a popular lentidão). No hardware o endereçamento do bloco lógico influencia no tamanho máximo de disco que o BIOS irá suportar. No sistema operacional o tamanho do endereçamento do bloco lógico define o tamanho da partição: HDs com o endereçamento de 28 bits são particionado em FAT32; HDs com endereçamento de 48 bits são particionados em NTFS.

PADRÕES ATA

Standard Outros Nomes Novas Funcionalidades Outras Funcionalidades Referência ANSI
ATA-1 ATA, IDE PIO modo 0: 3.3 MBps
PIO modo 1: 5.2 MBps
PIO modo 2: 8.3 MBps
Single-word DMA modo 0: 2.1 MBps
Single-word DMA modo 1: 4.2 MBps
Single-word DMA modo 2: 8.3 MBps
Multi-word DMA modo 0: 4.2
até 528 MB X3.221-1994
(revogado desde 1999)
ATA-2 EIDE, Fast ATA, Fast IDE, Ultra ATA PIO 3,4: 11.1, 16.6
Multi-word DMA 1,2: 13.3, 16,6
LBA (até 8.4 GB)
Suporte para um máximo de 4 dispositivos ATA.[1]
X3.279-1996
(obsoleto desde 2001)
ATA-3 EIDE " S.M.A.R.T., Security X3.298-1997
(revogado desde 2002)
ATA-4 ATAPI-4, ATA/ATAPI-4 Ultra DMA/33:
UDMA 0,1,2: 16.7, 25.0, 33.3
comandos ATAPI NCITS 317-1998
ATA-5 ATA/ATAPI-5 Ultra-DMA/66:
UDMA 3,4: 44.4, 66.7
detecta cabos de 80 fios NCITS 340-2000
ATA-6 ATA/ATAPI-6 Ultra-DMA/100:
UDMA 5: 100
Automatic Acoustic Management NCITS 347-2001
ATA-7 ATA/ATAPI-7 Ultra-DMA/133:
UDMA 6: 133
-- NCITS 361-2002

Referências

  1. a b Mike Meyers (2010). CompTIA A+ Certification Exam Guide 7ª Edição. [S.l.]: McGraw Hill , pgs. 404 a 408, ISBN 978-0-07-170133-4

Ver também

Ligações externas