Joaquim Lagoeiro

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Joaquim Lagoeiro (Veiros, Estarreja, 6 de Setembro de 1918-Lisboa ?, 11 de março de 2011), foi um escritor português.

Vida[editar | editar código-fonte]

De nome próprio Joaquim Henriques Pereira, nasceu na freguesia de Veiros, concelho de Estarreja. Frequentou o Seminário do Porto e cursou Filosofia. Foi um escritor ligado ao movimento literário do Neo-realismo.

Colaboração na Imprensa[editar | editar código-fonte]

Colaborou em Sol, Vida Mundial, Jornal de Estarreja, Diário de Lisboa, Boletim da Sociedade de Língua Portuguesa, entre outros.

Obra[editar | editar código-fonte]

Romance:

Viúvas de Vivos (1947); Os Fraldas (1951); As Castigadas (1953); Corda Bamba (1955); Mosca na Vidraça (1959); O Manto Diáfano (1961); Santos Pecadores (1965); Madre Antiga (1968); Almas Danadas (1970); Milagre em S. Bartolomeu (1972); O Poço (1984); Cafarnaum (1984); Mar Vivo (1998); Caiu um Santo do Altar (1999); A Congosta (2000).

Ensaio, conto e poesia:

Ramilhete Espiritual de Estórias Profanas; Flor de Sal – Sonetos de Amor e Escárnio; Uma Lágrima do Céu; Desconstrução; Manual de Casos de Consciência; Estórias Pequeninas (contos infantis).

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

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