Diário de Lisboa

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Diário de Lisboa
Sede Lisboa,  Portugal
Fundação 7 de abril de 1921
Fundador(es) Joaquim Manso
Director Joaquim Manso
Adolfo Norberto Lopes (1956-1967)
António Ruella Ramos (1967-1989)
Mário Mesquita (1989-1990)
António Ruella Ramos (1990)
Idioma Português

O Diário de Lisboa foi um jornal diário vespertino, publicado em Lisboa, fundado em 1921 por Joaquim Manso.

História breve[editar | editar código-fonte]

O Diário de Lisboa foi publicado entre 7 de abril de 1921 e 30 de novembro de 1990[1].

O seu primeiro director foi Joaquim Manso. Entre 1956 e 1967 foi dirigido por Norberto Lopes, sucedido por António Ruella Ramos (1967 a 1989), Mário Mesquita (1989 a 1990) e, de novo, António Ruella Ramos.

A redacção esteve, desde a década de 1930, instalada no coração do Bairro Alto, na Rua Luz Soriano.

Era propriedade da Renascença Gráfica detentora das instalações, da gráfica e do próprio título (bem como do jornal humorístico O Sempre Fixe).[2][3]

António Ruella Ramos, falecido em 2009, promovia a edição de um número por ano de forma a manter o título. A iniciativa mantém-se através dos seus sobrinhos João Pacheco e Rosa Ruela.[4]

Colaboradores[editar | editar código-fonte]

Entre os seus jornalistas e colaboradores contam-se nomes como Artur Portela, Artur Portela Filho, Fernando Pessoa, Norberto Lopes, Norberto de Araújo, Rogério Perez, Pedro Alvim, Ernesto Sampaio, João César Monteiro, Fernando Assis Pacheco, Rogério Rodrigues, Mário Castrim, Rodrigues da Silva, António Lopes Ribeiro, Marina Tavares Dias, Ilse Losa, António José Teixeira, José Manuel Teixeira, Acácio Barradas, Neves de Sousa, Herculano Carreira, Regina Louro, Urbano Tavares Rodrigues, Luís Sttau Monteiro, José Saramago, José Cardoso Pires, José Jorge Letria, Júlio Ferreira Rodrigues, Alexandre Pais, Mário Zambujal, Nuno Gomes dos Santos, Daniel Reis, Orlando Dias Agudo, Carneiro Jacinto, Cesário Borga, Fernanda Mestrinho, Torquato da Luz, Ribeiro Cardoso, Eugénio Alves, Manuela de Azevedo, Manuel Anta, Alexandre Oliveira, Mário Lindolfo, Ângela Caires, Rui Pacheco, José Freire Antunes, Carlos Veiga Pereira, Fernando Dacosta, Lauro António, Eduardo Prado Coelho, Manuel Geraldo, José João Louro, Sérgio Ribeiro.

Arquivo digital[editar | editar código-fonte]

O arquivo do Diário de Lisboa está disponível na Internet na página da Fundação Mário Soares[5] e na Hemeroteca de Lisboa.[6]

Referências

  1. «Diário Popular [2.º trimestre de 1955 e 1.º semestre de 1956] e Diário de lisboa [1.º semestre de 1935]». Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 2 de abril de 2015  line feed character character in |título= at position 81 (ajuda)
  2. "Sempre Fixe", 15 de Fevereiro de 1956
  3. Lemos 2006, pp. 256-260
  4. «Notícia». Jornal Público 
  5. «Diário de Lisboa». online na Fundação Mário Soares. Fmsoares.pt 
  6. «Diário de Lisboa». online na Hemeroteca de Lisboa. Câmara Municipal de Lisboa 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Lemos, Mário Matos e (2006). Jornais Diários Portugueses do Século XX: um Dicionário. Coimbra: Ariadne Editora, Lda. e CEIS20. ISBN 978-972-8838-35-5 
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