Lei de Dulong-Petit

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A Lei de Dulong-Petit decorre da observação experimental realizada pelos franceses Pierre Louis Dulong e Alexis Thérèse Petit, e foi enunciada em 1819.

Enunciado[editar | editar código-fonte]

O enunciado, publicado originalmente em Annales de Chimie et de Physique, volume 10 (página 403), estipula que "para os sólidos, o produto do calor específico, a volume constante, pela massa atómica ou massa molecular é constante".

A lei também pode ser entendida pelo limite: , onde é a capacidade calorífica molar a volume constante. Ou seja, quando se aquece um sólido a elevadas temperaturas ele passa a ter, no limite, um calor específico de 3R (aproximadamente 25 J/K.mol). Isto é, a elevadas temperaturas os sólidos tendem a se comportar de mesma forma fisicamente.


Observação: A lei é válida para sólidos com qualquer quantidade de graus de liberdade.

A Lei teve grande importância histórica pois mostrou que o Princípio da equipartição da energia de Max Planck não é válida para todos sistemas, embora o modelo de equipartição de energia sugerido por James Clerk Maxwell tenha derivado que a capacidade térmica molar de sólidos tenda ao valor 3R (considerando que em um sólido os átomos tenham seis graus de liberdade; três para oscilar e três como energia potencial), surge então com Ludwig Boltzmann a Termodinâmica estatística.

Ver também[editar | editar código-fonte]