Luminária Drummond

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Representação da luminária.

Luminária Drummond (lâmpada Drummond ou também holofote Drummond) foi um tipo de iluminação, inventado pelo engenheiro escocês Thomas Drummond, destinada à iluminação de palcos no teatro e salas de música.

Uma claridade intensa é produzida quando uma chama de oxidrogênio é dirigida sobre um cilindro de óxido de cálcio,[1] que pode suportar uma temperatura de até 2.572°C antes de derreter. A luz é então produzida pela combinação de incandescência e candoluminescência.

Histórico[editar | editar código-fonte]

O efeito luminoso do sistema foi descoberto na década de 1820 por Goldsworthy Gurney, baseado no seu trabalho com o "tubo soldador de oxi-hidrogênio", cujos créditos são normalmente atribuídos ao químico Robert Hare. Em 1825 o engenheiro escocês Thomas Drummond (1797-1840) assistiu a uma demonstração desse efeito por Michael Faraday, e percebeu que tal claridade seria útil como sistema de iluminação. Drummond então construiu uma versão funcional em 1826, recebendo este sistema o seu nome, desde então.

A luminária foi usada a primeira vez em público no Covent Garden Theatre, em Londres, no ano de 1837 e teve seu uso difundido nos teatros de todo o mundo a partir das décadas de 1860 e 1870.

As luminárias eram usadas para destacar os artistas da mesma forma que os holofotes modernos. O sistema foi rapidamente substituído por iluminação elétrica, no final do século XIX.


Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Cópia arquivada». Consultado em 5 de julho de 2008. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2008