Maciço da Tijuca

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O Maciço da Tijuca é formado por um conjunto de serras e morros aonde está instalado, em boa parte de sua área territorial, o Parque Nacional da Tijuca, parque este que cuida da 3ª maior floresta urbana do planeta (a segunda maior está no Parque Estadual da Pedra Branca, também no Rio de Janeiro, e a primeira no Parque da Cantareira em São Paulo), verdadeiro "pulmão verde" dentro da cidade do Rio de Janeiro. No Maciço da Tijuca há inúmeras espécies da fauna e flora características da Mata Atlântica.

Formação Geográfica[editar | editar código-fonte]

É divido por 3 setores principais: Serra da Carioca, Serra dos Três Rios e Serra dos Pretos-Forros. No Maciço se destacam relevos como o morro Dois Irmãos, Pedra da Gávea, Pedra Bonita, Morro do Elefante, Pedra do Andaraí, morro do Sumaré (aonde fica as antenas transmissoras das emissoras de rádio, TV e controle de vôo), morro do Corcovado (onde está o Cristo Redentor) e Pico da Tijuca. Este último é o ponto culminante do Maciço, com 1021 metros.

O Maciço estende-se, de sul ao norte, do Costão do Vidigal até o bairro do Campinho e configura-se num divisor natural entre a Zona Sul, Zona Norte e Baixada de Jacarepaguá. Várias vias de trânsito cortam este maciço rochoso, como a autoestrada Lagoa-Barra, o Túnel Rebouças, o Túnel da Covanca, a autoestrada Grajaú-Jacarepaguá e a Avenida Edson Passos. Esta última avenida é um importante acesso ao Alto da Boa Vista, bairro encravado na Floresta da Tijuca e que abriga diversos pontos de interesse para os ecoturistas.

História[editar | editar código-fonte]

A densa cobertura vegetal do Maciço foi replantada por determinação do Imperador Dom Pedro II no século XIX. Boa parte da área foi desmatada para a utilização da madeira na construção de habitações, no aproveitamento de lenha e carvão para uso nos engenhos de açúcar e olarias,.. a área passou a ser ocupada por plantações de cana e café. Com a determinação do Imperador houve o replantio de várias espécies originárias do Maciço da Pedra Branca e Guaratiba, tudo para preservar os mananciais que abasteciam o Rio de Janeiro dos tempos do Império. O aumento da favelização, com a derrubada de árvores são um grave problema. O alto risco de deslizamentos em épocas de grande precipitação pluviométrica obriga o Poder Público a realizar inúmeras intervenções de contenção de encostas. A proliferação do capim colonião também é um dano ao Maciço da Tijuca. Este tipo de cobertura vegetal contribui para o aumento das queimadas, principalmente nos meses de inverno quando a quantidade de chuvas diminui.

Flora e Fauna[editar | editar código-fonte]

Em termos de flora são milhares as espécies originais encontradas. Podemos mencionar o angico, o cedro, o ipê, a quaresmeira, o palmito, o murici, a canela, o caeté, os musgos,… entre outras milhares. Houve também a introdução de vegetação como mangueiras, cafeeiros, bambus, jambeiros,…

Em termos de fauna o maciço abriga animais e insetos de inúmeras espécies. Grupos de gambá, sagui, macaco-prego, gavião, iguana, jararaca, tangará,… são alguns exemplares encontrados. Muitas espécies se escondem dos visitantes ou tem hábitos noturnos. A ação de caçadores é um outro problema enfrentado pelo Poder Público.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]