Madame Raquin

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Madame Raquin
Personagem fictícia de Thérèse Raquin
Sexo Feminino
Origem  França
Amigo(s) Camille Raquin
Inimigo(s) Thérèse Raquin
Criado por Émile Zola

Madame Raquin é uma personagem fictícia do romance Thérèse Raquin, criada por Émile Zola,[1] e é notável por ser a personagem que detém as características opostas ao naturalismo, servindo para eliminar a animalização humana segundo o próprio autor. O escritor naturalista utilizou Madame para demonstrar que o darwinismo social presente por Thérèse deve ser eliminado de alguma maneira e o homem sempre terá alguma virtude.[2]

Madame Raquin, na obra, é mãe de Camille Raquin, par-romântico de Thérèse Raquin, o qual é morto pela esposa para ela poder se relacionar com outros homens sem ser descoberta.[3] Madame é a responsável pelo desfecho: após Thérèse assassinar vários homens em busca de desejos sexuais, ela descobre o verdadeiro motivo da morte do filho e mata a nora.[4]

Aparições[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Texte reproduit avec l'aimable autorisation de Sophie Martel étudiante au cégep de Drummondville». Histoire de la littérature française (em francês). La Litterature. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  2. «Thérèse Raquin et sa préface: I'aveugle perspecticé». Allée du Parc de Brabois (em francês). Centenaire des Rougon-Montaine. Consultado em 2 de março de 2015. Arquivado do original em 25 de fevereiro de 2015 
  3. Jackson-Lewis. «Chronic levodopa or pergolide administration induces down‐regulation of dopamine receptors in denervated striatum». Neurology. Consultado em 2 de março de 2015 
  4. Keilhauer, Hendrik (2010). L'analyse de la préface du roman d' Émile Zola - Thérèse Raquin. [S.l.]: GRIN Verlag. p. 3. ISBN 9783640609291