Mandrake the Magician (seriado)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Mandrake the Magician
Mandrake, o Mágico[1][2] (BR)
 Estados Unidos
1939 •  P&B •  12 capítulos, 215 min 
Realização Estados Unidos 7 de dezembro de 1939
Brasil 1940[1]
Direção Norman Deming
Sam Nelson
Produção Jack Fier
Roteiro Joseph F. Poland
Basil Dickey
Ned Dandy
Phil Davis (personagem)
Lee Falk (personagem)
Elenco Warren Hull
Doris Weston
Al Kikume
Rex Downing
Género aventura
Música Morris Stoloff
musical director
Sidney Cutner
e
Floyd Morgan
música adicional
Cinematografia Benjamin H. Kline
Edição Richard Fantl
Jerry Thoms
Distribuição Columbia Pictures
Idioma inglês
Cronologia
Flying G-Men (1939)
Overland with Kit Carson (1939)
Página no IMDb (em inglês)
Warren Hull, ator que personifica Mandrake.

Mandrake the Magician é um seriado estadunidense de 1939, realizado pela Columbia Pictures, sendo o 7º dos 57 seriados dessa produtora. Seu personagem foi baseado nas histórias em quadrinhos, em que foi criado por Phil Davis e Lee Falk. Dividido em 12 capítulos, foi dirigido por Norman Deming e Sam Nelson, veiculando nos cinemas estadunidenses a partir de 7 de dezembro de 1939.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Ladrões descobrem que o Professor Houston aperfeiçoou uma máquina que cria energia e conspiram para roubá-la. O vilão é “The Wasp”, um personagem com capa, máscara e chapéu, que dá ordens para sua gangue de uma tela de cinema. “The Wasp” costuma usar o sinal de uma vespa em uma parede, com um zumbido para anunciar sua presença para o professor – símbolo que mais tarde será revelado por Mandrake (Warren Hull) ser simplesmente uma tocha brilhando através de uma imagem projetada de uma vespa.

A filha do professor, Betty, telegrafa a Mandrake para que a ajude. Na ocasião, ele está voltando de Xangai e do Tibete, no S.S. Mohawk. Um Lama, no Tibete, segredara-lhe uma fórmula para misturar Platinite com aço para torná-lo ainda mais endurecido. No entanto, Platinite é muito raro e só é encontrado em um local, na América.

Mandrake vem para ajudar, mas antes sobrevive a duas tentativas de morte e a uma perseguição de carro. Encontra o Professor, seguido logo por seus amigos, Bennett e Webster. O professor revela que sua máquina é muito poderosa e dá uma demonstração do “raio-da-morte” que, no final do primeiro episódio, acaba sendo utilizado em Mandrake.

Mandrake convence os homens de “The Wasp” que ele tem a platinite que o vilão necessita para a máquina de raios, e seguem-se cenas de perseguição, lutas, raptos e armadilhas de morte. Há pouca história apresentada, e a ação é utilizada para conduzir o seriado num ritmo frenético.

Detalhes da produção[editar | editar código-fonte]

Mandrake, nesse seriado, agia mais com truques de magia e prestidigitação, ao invés da hipnose que costumava utilizar nas histórias em quadrinhos. Lothar, ao contrário de ser um africano, era um asiático, interpretado por Al Kikume[3].

Elenco[editar | editar código-fonte]

Capítulos[editar | editar código-fonte]

  1. Shadow on the Wall
  2. Trap of the Wasp
  3. City of Terror
  4. The Secret Passage
  5. The Devil's Playmate
  6. The Fatal Crash
  7. Gamble for Life
  8. Across the Deadline
  9. Terror Rides the Rails
  10. The Unseen Monster
  11. At the Stroke of Eight
  12. The Reward of Treachery

Fonte:[4]

Seriado no Brasil[editar | editar código-fonte]

Mandrake the Magician, sob o título Mandrake, o Mágico, foi aprovado pela censura brasileira, de acordo com o Diário Oficial da União, em 19 de janeiro de 1940, sendo portanto provável que o seriado tenha estreado no país em 1940.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c DOU, 19-01-1940
  2. A Scena Muda, 30 de janeiro de 1940, n. 984, p. 23
  3. Mattos, A. C. Gomes de (1988). «Os Grandes Seriados do Cinema». Rio de Janeiro: EBAL. Cinemin (49): 33-34 
  4. Cline, William C. «Filmography». In the Nick of Time. [S.l.]: McFarland & Company, Inc. 224 páginas. ISBN 078640471X 
Web

Ligações externas[editar | editar código-fonte]