Marco Fábio Licino

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Marco Fábio Licino
Cônsul da República Romana
Consulado 246 a.C.

Marco Fábio Licino (em latim: Marcus Fabius Licinus) foi um político da gente Fábia da República Romana eleito cônsul em 246 a.C. com Mânio Otacílio Crasso. Era filho de Caio Fábio Dorsuão Licino, cônsul em 273 a.C..

Segundo consulado (246 a.C.)[editar | editar código-fonte]

Teatro de operações da Primeira Guerra Púnica entre 248 e 241 a.C..
  Território siracusano
  Território cartaginês
  Territórios romanos
1. Amílcar Barca apóia Drépano, que esta sitiada, e saqueia a costa italiana.
2. Amílcar desembarca em monte Ercte.
3. Amílcar muda sua base de monte Ercte para Érice (Eryx).
4. Vitória naval romana nas ilhas Égadas e queda de Drépano. Cartago pede a paz (241 a.C.).

Foi eleito novamente em 246 a.C., o décimo-nono ano da Primeira Guerra Púnica, desta vez com Mânio Otacílio Crasso.[1] Os dois continuaram as operações militares contra os cartagineses liderados por Amílcar. Apesar disto, não há relatos de batalhas importantes neste período, assim como já havia ocorrido no ano anterior e ocorreria novamente no ano seguinte.[2][3]

Com os dois cônsules empenhados na campanha na Sicília, foi necessário nomear Tibério Coruncânio como ditador comitiorum habendorum causa para realizar as eleições consulares.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Cônsul da República Romana
SPQR.svg
Precedido por:
'Lúcio Cecílio Metelo II

com Numério Fábio Buteão

Marco Fábio Licino
246 a.C.

com Mânio Otacílio Crasso II

Sucedido por:
'Marco Fábio Buteão

com Caio Atílio Bulbo


Referências

  1. F. X. de Feller, Dizionario storico; ossia, Storia compendiata degli uomini memorabili per ingegno, dottrina, virtù, errori, delitti, dal principio del mondo fino ai nostri giorni vol. 1, G. Tasso, 1830, pp. 491 e 608
  2. Políbio, Histórias I, 16
  3. Eutrópio, Breviarium ab Urbe condita, II, 10

Bibliografia[editar | editar código-fonte]