Maria João Ruela

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Maria João Ruela
Nome completo Maria João Farinhas Ruela
Nascimento 23 de dezembro de 1969 (51 anos)
Pardilhó, Estarreja
Nacionalidade portuguesa
Ocupação Jornalista, escritora e assessora da Presidência da República

Maria João Farinhas Ruela (Pardilhó, Estarreja, 23 de dezembro de 1969), mais conhecida por Maria João Ruela, é uma jornalista portuguesa.

Percurso[editar | editar código-fonte]

Licenciou-se em Comunicação Social, tendo iniciado a sua carreira profissional como copy, na área da publicidade. Trabalhou também como freelancer para alguns jornais e revistas e, em 1992, integrou a equipa fundadora da SIC - Sociedade Independente de Comunicação, como jornalista estagiária. Fez parte das equipas de Praça Pública e Casos de Polícia e integrou a editoria de sociedade, onde acompanhou sobretudo as áreas de justiça e administração interna. Pivot desde 1998 e coordenadora de informação desde 2005, assumiu de 2007 a 2016 as funções de editora executiva na redação da SIC. Em 2003, foi baleada numa perna, no Iraque, quando acompanhava a missão da GNR no país, um acidente que lhe deixou algumas limitações físicas,[1] que nem por isso a demovem de fazer uma das coisas de que mais gosta, que é viajar. No livro Viagens Contadas, descreve algumas das suas viagens de aventura, a destinos como a Patagónia, o Nepal, Marrocos e Noruega, entre outros.[2]

Em abril de 2016, abandonou o jornalismo ao ser nomeada consultora da Casa Civil do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com responsabilidade pelos assuntos sociais.[3][4] Em junho de 2016, foi exonerada do cargo de consultora e, de seguida, nomeada assessora da Casa Civil do Presidente da República.[5] Em março de 2021, no segundo mandato do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, foi novamente nomeada consultora da Casa Civil do Presidente da República.[6]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Viagens contadas: Marrocos, Nepal, Patagónia, Noruega e outros Destinos, 2011
  • Vamos falar de sexo (com Bernardo Mendonça), 2015

Referências