Marie NDiaye

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Marie NDiaye (Pithiviers, 4 de junho de 1967) é uma escritora, roteirista e dramaturga francesa[1] [2] .

Filha de uma francesa e um senegalês, cresceu na periferia de Paris. Começou a escrever aos 12 anos, mas só em 1985 publicou seu primeiro livro, o romance Quant au riche avenir[3] . Casada com o também escritor Jean-Yves Cendrey, escreveu com ele a peça teatral Toute vérité. É coautora do roteiro do filme Minha Terra África (White Material, 2010), dirigido por Claire Denis[4] .

Venceu o Prêmio Goncourt de 2009 com seu romance Trois Femmes Puissantes. Também ganhou o Prêmio Femina em 2001, com Rosie Carpe.[5] .

Obras[editar | editar código-fonte]

Prosa[editar | editar código-fonte]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Infantojuvenil[editar | editar código-fonte]

  • La Diablesse et son enfant - École des loisirs, 2000 ISBN 2211056601 (No Brasil: A Diaba e sua Filha, Cosac & Naify, 2011)
  • Les Paradis de Prunelle - Albin Michel Jeunesse, 2003 (ISBN 2-226-14068-9)
  • Le Souhait - École des loisirs, 2005 ISBN 2211079624

Não ficção[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Three Strong Women by Marie NDiaye – review. The Guardian, 6 de julho de 2012 (em inglês)
  2. Marie Ndiaye. Auteurs contemporains (em francês)
  3. Les généalogies de Marie NDiaye. L'Express, 2 de março de 2013 (em francês)
  4. Marie NDiaye: literatura do despertencimento. Revista Cult, abril de 2010
  5. Marie NDiaye, Prix Goncourt, une force de l'écriture. Le Monde, 3 de novembro de 2009 (em francês)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]