Movimento peristáltico

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Os movimentos peristálticos são movimentos involuntários de certos órgãos, como o esôfago, intestino, etc. São responsáveis pela circulação sanguínea, e por empurrar o alimento (também denominado bolo alimentar, quimo ou quilo, de acordo com a fase da digestão) ao longo do tubo digestório, para que ocorra sua digestão ao nível devido.

Esse movimento é impulsionado pela musculatura lisa e coordenado pelo sistema nervoso autônomo, por todo o tubo digestório, iniciando-se no esôfago e terminando no reto. O movimento peristáltico é o movimento que o esôfago faz para empurrar o bolo alimentar. O peristaltismo foi descoberto por Ernest Starling e William Bayliss.[1]

"O peristaltismo é responsável pela progressão do conteúdo (bolo alimentar) ao longo da maior parte do tubo digestivo. As contracções musculares formam ondas peristálticas, compostas por uma onda de relaxamento dos músculos circulares que gera, por sua vez, uma onda de distensão que precede ao bolus; e, uma onda de contracção muito forte dos músculos circulares que se sucede ao bolus, obrigando à sua progressão ao longo do tubo digestório. Cada onda peristáltica percorre todo o esófago em aproximadamente 10 segundos. No intestino delgado, as ondas peristálticas tem percursos curtos. Em alguns segmentos do intestino grosso, a progressão do conteúdo faz-se através dos movimentos de massa, contrações que abrangem segmentos muito maiores do que os movimentos peristálticos."

Movimentos peristáltico da trompa uterina[editar | editar código-fonte]

Transporte do ovócito II (possível devido a movimentos peristálticos dos músculos lisos que circundam a trompa uterina e batimentos ciliares das células epiteliais das tubas uterinas) onde encaminha-se para o endométrio que está pronto para receber o Zigoto na implantação da parede uterina Sob a ação da progesterona que há a manutenção do endométrio desenvolvido e indução da liberação de muco glicoprotéico pelas glândulas endometriais que servirá de sustento para o desenvolvimento gestacional.

Referências

  1. SEELEY; STEPHENS; TATE - Anatomia & Fisiologia, 6ªedição. Lusociência, 2003.
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