Tumor de glândula salivar

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Tumor de glândula salivar
As glândulas salivares maiores: a glândula parótida (1), na qual se forma a maioria dos tumores de glândula salivar, a glândula submandibular (2) e a glândula sublingual (3).
Classificação e recursos externos
CID-10 C07-C08, D11
CID-9 142, 210.2
MedlinePlus 001040
MeSH D012468

Os tumores de glândulas salivares constituem uma importante área no campo da patologia oral e maxilofacial. Embora tais tumores sejam incomuns, eles não são raros. A incidência anual dos tumores de glândula salivar no mundo varia de cerca de 1,0 a 6,5 casos por 100.000 indivíduos. Embora os tumores de tecido mole (p. ex., hemangioma), os linfomas e os tumores metastáticos possam ocorrer dentro das glândulas salivares[1].

Características clínicas[editar | editar código-fonte]

Clinicamente, eles se apresentam como tumores nodulares, de evolução lenta e assintomática, delimitados, e que se ulceram somente quando atingem grande volume. Os tipos histológicos malignos mais freqüentes são os carcinomas adenocísticos (também chamados de cilindromas), os carcinomas muco-epidermóides, os tumores de células acinares e o adenocarcinoma. Entre os tumores benignos, o adenoma pleomórfico ou tumor misto de glândula salivar é o mais freqüente e apresenta raramente um correspondente maligno. O diagnóstico diferencial dos tumores de glândula salivar só pode ser feito por meio da biópsia. Diferentemente dos outros tumores da boca, a maior incidência dos tumores de glândula salivar se verifica no sexo feminino[2].

As lesões de glândulas salivares compreendem as glândulas salivares maiores (parótida, submandibular e sublingual) e as glândulas salivares menores (mucosa oral, palato, úvula, soalho bucal, porção posterior da língua, área retromolar, área peritonsilar, faringe, laringe e seios paranasais). A parótida e o palato são os sítios mais comuns de tumores de glândulas salivares maiores e menores, respectivamente[3].

Localização[editar | editar código-fonte]

A localização mais comum dos tumores de glândula salivar é a glândula parótida, representando 64% a 80% de todos os casos. Felizmente, uma porcentagem relativamente baixa dos tumores de parótida é maligna, variando de 15% a 32% dos casos. De forma geral, pode-se dizer que dois terços a três quartos de todos os tumores de glândula salivar ocorrem na glândula parótida, e dois terços a três quartos desses tumores de parótida são benignos[4].

Prevalência[editar | editar código-fonte]

O adenoma pleomórfico é indubitavelmente o tumor mais comum (53% a 77% de todos os casos na glândula paró- tida). Os tumores de Warthin são também razoavelmente comuns; eles representam 6% a 14% dos casos. Uma variedade de tumores malignos pode ocorrer, sendo o carcinoma mucoepidermóide, de um modo geral, o mais frequente. Entretanto, dois estudos da Grã-Bretanha demonstram uma significativa baixa prevalência deste tumor, provavelmente indicando uma diferença geográfica, em especial quando comparados com os casos relatados nos Estados Unidos[5].

De todos os tumores da glândula salivar, 8% a 11% ocorrem na glândula submandibular, mas a frequência de neoplasias malignas nesta glândula é aproximadamente o dobro da frequência observada na glândula parótida, variando de 37% a 45%. O adenoma pleomórfico ainda é o tumor mais comum e representa 44% a 68% de todas as neoplasias. Ao contrário de sua ocorrência na glândula parótida, o tumor de Warthin não é comum na glândula submandibular, representando cerca de 1% a 2% de todos os tumores. O carcinoma adenóide cístico é a neoplasia maligna mais comum, representando 12% a 27% de todos os casos. Os tumores da glândula sublingual são raros, compreendendo não mais do que 1% de todos os tumores de glândula salivar. Entretanto, 70% a 90% dos tumores das glândulas sublinguais são malignos[6].

Os tumores das várias pequenas glândulas salivares menores representam 9% a 23% de todos os tumores, o que faz desta a segunda localização mais comum para as neoplasias de glândula salivar. Infelizmente, na maioria dos estudos, uma proporção relativamente elevada (cerca de 50%) destes tumores têm sido de tumores malignos. Exceto os raros tumores sublinguais, pode-se afirmar que quanto menor a glândula, maior a probabilidade de um tumor maligno de glândula salivar. Assim como observado nas glândulas maiores, o adenoma pleomórfico é o tumor de glândula salivar menor mais comum, representando cerca de 40% de todos os casos.

O carcinoma mucoepidermóide e o carcinoma adenóide cístico geralmente têm sido considerados as neoplasias malignas mais comuns, embora o adenocarcinoma polimorfo e baixo grau também esteja sendo reconhecido como um dos tumores de glândula salivar menor mais comum.

O palato é a localização mais frequente dos tumores de glândula salivar menor, com 42% a 54% de todos os casos ocorrendo nesta localização. A maioria destes ocorre na região lateral posterior do palato duro ou do palato mole, onde observa-se uma grande concentração de glândulas salivares. A Tabela 11-9 mostra a prevalência relativa dos vários tumores de palato. Os lábios são a segunda localização mais comum para os tumores de glândula salivar menor (21% a 25% dos casos), seguidos da mucosa jugal (11% a 15% dos casos). Os tumores labiais são significativamente mais comuns no lábio superior, representando 77% a 89% de todos os tumores labiais (Tabela 11-10). Embora as mucoceles sejam comumente encontradas no lábio inferior, este é, surpreendentemente, um sítio raro para os tumores de glândula salivar.

Diferenças significativas na porcentagem das neoplasias malignas e na frequência relativa de vários tumores podem ser observadas para as diferentes localizações das glândulas salivares menores. De 38% a 50% dos tumores do palato e da mucosa jugal são malignos, de forma similar à prevalência geral de malignidade em todas as localizações de glândulas salivares menores combinadas. Entretanto, no lábio superior somente 5% a 25% dos tumores são malignos por conta da elevada prevalência do adenoma canalicular, que tem uma especial afinidade por esta localização. De forma contrária, embora os tumores de lábio inferior sejam incomuns, 50% a 90% são malignos (principalmente carcinoma mucoepidermóide). Mais de 91% dos tumores da região retromolar são malignos, também por conta do predomínio do carcinoma mucoepidermoide. Infelizmente, muitos tumores do soalho de boca e da língua são malignos.

Classificação[editar | editar código-fonte]

Tumor benigno de glândula submandibular, também conhecido como adenoma pleomórfico, apresentado como uma massa indolor no pescoço em um homem de 40 anos. À esquerda da imagem está o tumor, com sua característica superfície cartilaginosa cortada. À direita está a glândula salivar submandibular com lobos normais.

Diferentes tumores de glândula salivar têm sido identificados e categorizados de forma ordenada, mas confusa. Além disso, o esquema de classificação é dinâmico, mudando conforme os clínicos aprendem mais sobre estas lesões[7].

Como ocorre em todas as áreas do conhecimento humano, também no terreno das lesões de glândulas salivares, grandes têm sido os progressos de natureza científica. Assim, tem surgido novos conceitos e classificações mais precisas que permitem uma identificação mais exata das várias patologias que até então eram, muitas vezes, confundidas por seu quadro clínico ou histopatológico[8].

Esses tumores podem ser encontrados em qualquer localização da boca, porém, ocorrem mais freqüentemente no palato mole e na parte interna do lábio, onde se situam em grande número as glândulas salivares menores[9]. Um grande número de investigadores tem publicado seus achados acerca das neoplasias de glândula salivar, mas uma comparação destes estudos é geralmente difícil. Alguns estudos têm sido limitados somente às glândulas salivares maiores ou não incluem todas as localizações de glândulas salivares menores. Adicionalmente, os sistemas de classificação geram algumas dificuldades de estudos antigos, especialmente quando os pesquisadores querem compará-los com análises mais recentes. (Por exemplo, o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau foi inicialmente identificado em 1983, mas somente agora os clínicos reconhecem que esta é uma das mais comuns neoplasias malignas das glândulas salivares menores.) Apesar destas dificuldades, ainda são importantes na comparação destes estudos, pois fornecem uma grande visão geral das neoplasias de glândula salivar. Uma avaliação de vários estudos mostrou uma tendência quase coerente (com poucas variações) no que se refere aos tumores de glândula salivar[10].

Classificação histológica da OMS[editar | editar código-fonte]

Os princípios da proposta de modificação da tipificação histológica da OMS dos tumores das glândulas salivares baseiam-se nos seguintes aspectos[11]:

  • A classificação dos tumores é orientada para o trabalho rotineiro dos patologistas cirúrgicos em exercício, aqueles que não vêem tumores das glândulas salivares com muita frequência. A inclusão de entidades tumorais raras, mas claramente definidas deve ser útil para patologistas cirúrgicos consultando especialistas clínicos.
  • Os diferentes tipos de carcinomas devem ser distinguidos não apenas por definições histopatológicas precisas, mas também considerando diferenças no prognóstico e tratamento. Por exemplo, o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau e o carcinoma epitelial-mioepitelial caracterizam-se por um prognóstico relativamente bom em contraste com o carcinoma do ducto salivar.
  • A classificação de tumores basocelulares (adenoma basocelular, carcinoma basocelular, tipo sólido de carcinoma adenóide cístico), tumores malignos, tumores malignos em adenomas pleomórficos e o diagnóstico diferencial entre tumores primários e metástases.

Tumores malignos[editar | editar código-fonte]

Ver também: Tumores malignos mistos

Carcinoma de células acinicas[editar | editar código-fonte]

O adenocarcinoma de células acínicas é uma neoplasia maligna das glândulas salivares que é frequente sobre tudo na glândula parótida. Tipicamente, apresenta-se como uma lesão de crescimento lento, bem delimitada e que se pode confundir com um tumor benigno. Ocasionalmente, pode estar acompanhada por dor ou parestesia. O tratamento recomendado é a eliminação cirúrgica completa. As lesões das glândulas maiores podem requerer a eliminação de toda a glândula[12].

Carcinoma adenoide cístico[editar | editar código-fonte]

O carcinoma adenoide cístico é um adenocarcinoma que se origina nas glândulas salivares. Pode imitar um tumor benigno, mas também pode apresentar-se com dor. O tumor tem uma tendência a invadir os nervos. O tratamento é a excisão cirúrgica completa. O carcinoma adenoide quístico se caracteriza por recidiva e metástase e tem uma taxa de sobrevivência de 20 anos[13].

Carcinoma mucoepidermoide[editar | editar código-fonte]

O carcinoma mucoepidermoide é um carcinoma que se origina nas glândulas salivares e que contém células mucosas e escamosas. O carcinoma mucoepidermoide tem uma gama de características microscópicas que geralmente se correlacionam com o comportamento clínico. As lesões que se compõem principalmente de células mucosas (lesões de grau baixo) têm um crescimento lento, são compressíveis e relativamente menos agressivas. As lesões que se compõem principalmente de células escamosas (lesões de grau alto) tendem a ter um crescimento mais rápido e são firmes e infiltrativas. Deve-se insistir em que todos os carcinomas mucoepidermoides são neoplasias malignas e têm o potencial de recidivar e metastatizar. O tratamento é a excisão cirúrgica completa. O prognóstico depende do estádio (grau de disseminação do tumor) e do grau microscópico. Os tumores de grau baixo têm um prognóstico relativamente bom, mas os de grau alto têm um prognóstico similar ao do carcinoma de células escamosas.

Adenocarcinoma polimórfico de baixo grau[editar | editar código-fonte]

O adenocarcinoma polimórfico de baixo grau é uma neoplasia maligna com origem nas glândulas salivares. Inclui-se na categoria de neoplasias benignas das glândulas salivares porque normalmente é de crescimento lento, de larga duração e não é doloroso. Este tumor aparece quase exclusivamente nas glândulas salivares menores. O tratamento é a excisão cirúrgica ampla. Não é frequente a metástase aos gânglios linfáticos cervicais, e as metástase distantes são raras. Se a lesão recorrer, pode ser tratada de forma satisfatória mediante outra excisão cirúrgica. O prognóstico é relativamente bom, e poucos casos são mortais[14].

Tumores benignos[editar | editar código-fonte]

Os tumores benignos que se originam na glândula salivar normalmente estão encapsulados, têm um crescimento lento e não são dolorosos à palpação. A mucosa suprajacente tem um aspecto normal a menos que tenha sofrido algum traumatismo. Os tumores da glândula salivar podem originar-se por toda a mucosa oral exceto nas seguintes localizações: abóbada média e anterior do palato, gengivas e mucosa alveolar anexa. É importante recordar que, às vezes, algumas neoplasias salivais malignas podem ter um crescimento lento, bem delimitado e não ser dolorosos à palpação e, portanto, simulam um tumor benigno. Os tumores que podem imitar as neoplasias benignas incluem o carcinoma quístico adenoide, o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau e o adenocarcinoma de células acínicas[15].

Adenoma pleomorfico[editar | editar código-fonte]

Também conhecido como tumor misto, é o tumor mais frequente que se origina nas glândulas salivares. A glândula parótida é a localização mais habitual. O quadrante lateral posterior da abóbada do palato é a localização mais frequente dos tumores de glândulas salivares menores, mas pode ser encontrado em qualquer região mucosa que contenha glândulas salivares. O adenoma pleomórfico tem características clínicas similares a muitos outros tumores benignos que surgem das glândulas salivares e do tecido mesenquimatoso. O tratamento é a eliminação cirúrgica completa. De forma muito pouco frequente, o carcinoma surge a partir de um adenoma pleomórfico previamente existente[16].

Tumor de Warthin[editar | editar código-fonte]

O cistoadenoma papilar linfomatoso, também conhecido como tumor de Warthin, aparece provavelmente a partir do tecido da glândula salivar preso nos gânglios linfáticos. Quase todos os casos aparecem na glândula parótida, e é mais frequente em adultos maiores. Foi comunicado que aparece de forma bilateral em 5 % a 14 % dos casos. A eliminação cirúrgica é o tratamento para o cistoadenoma papilar linfomatoso. Algumas autoridades acreditam que a lesão costuma ser multicêntrica, o que representa uma taxa de recidiva (ou persistência) aproximada de 10 %. O prognóstico é bom[17].

Tumores de tecidos moles[editar | editar código-fonte]

Tumores secundários[editar | editar código-fonte]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Geralmente os tumores malignos de glândulas salivares em estágios iniciais são curáveis por meio de ressecção cirúrgica, somente. O prognóstico é mais favorável quando o tumor encontra-se nas glândulas salivares maiores, particularmente na parótida; e menos favorável quando se localiza na glândula submandibular; e ainda menos favorável quando se encontra na glândula sublingual ou em uma glândula salivar menor. Os tumores volumosos ou de alto grau têm o prognóstico mais precário e podem ser mais bem tratados com ressecção cirúrgica combinada com irradiação pós-operatória. O prognóstico depende da glândula de origem, da histologia, do grau de malignidade, e do grau do tumor primário[18].

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Harari, Paul (2009). Functional Preservation and Quality of Life in Head and Neck Radiotherapy Springer [S.l.] 
  • «Tumors of the Salivary Glands» (PDF). International Agency for Research on Cancer. Consultado em 2009-07-30. 
  • Shah, Jatin (2001). Atlas of Clinical Oncology: Cancer of the Head and Neck BC Decker Inc [S.l.] 

Referências

  1. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  2. Tumores das glândulas salivares http://www.odontodicas.com/artigos/tumores_das_glandulas_salivares.htm . Acessado em 27/11/2016.
  3. Tumores das glândulas salivares http://www.odontodicas.com/artigos/tumores_das_glandulas_salivares.htm . Acessado em 27/11/2016.
  4. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  5. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  6. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  7. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  8. Tumores das glândulas salivares http://www.odontodicas.com/artigos/tumores_das_glandulas_salivares.htm . Acessado em 27/11/2016.
  9. Tumores das glândulas salivares http://www.odontodicas.com/artigos/tumores_das_glandulas_salivares.htm . Acessado em 27/11/2016.
  10. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  11. Tumours of the Salivary Glands http://www.iarc.fr/en/publications/pdfs-online/pat-gen/bb9/bb9-chap5.pdf. Acessado em 27/11/2016.
  12. Guia para o diagnóstico clínico diferencial das lesões da mucosa oral http://www.dentalcare.com.br/educacao-profissionais-odontologia/mucosa-oral.aspx?ModuleName=coursecontent&PartID=2&SectionID=3.Acessado em 27/11/2016.
  13. Guia para o diagnóstico clínico diferencial das lesões da mucosa oral http://www.dentalcare.com.br/educacao-profissionais-odontologia/mucosa-oral.aspx?ModuleName=coursecontent&PartID=2&SectionID=3.Acessado em 27/11/2016.
  14. Guia para o diagnóstico clínico diferencial das lesões da mucosa oral http://www.dentalcare.com.br/educacao-profissionais-odontologia/mucosa-oral.aspx?ModuleName=coursecontent&PartID=2&SectionID=3.Acessado em 27/11/2016.
  15. Guia para o diagnóstico clínico diferencial das lesões da mucosa oral http://www.dentalcare.com.br/educacao-profissionais-odontologia/mucosa-oral.aspx?ModuleName=coursecontent&PartID=2&SectionID=3.Acessado em 27/11/2016.
  16. Guia para o diagnóstico clínico diferencial das lesões da mucosa oral http://www.dentalcare.com.br/educacao-profissionais-odontologia/mucosa-oral.aspx?ModuleName=coursecontent&PartID=2&SectionID=3.Acessado em 27/11/2016.
  17. Guia para o diagnóstico clínico diferencial das lesões da mucosa oral http://www.dentalcare.com.br/educacao-profissionais-odontologia/mucosa-oral.aspx?ModuleName=coursecontent&PartID=2&SectionID=3.Acessado em 27/11/2016.
  18. Tumores das glandulas salivares http://www.odontodicas.com/artigos/tumores_das_glandulas_salivares.htm. Acessado em 27/11/2016.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]