Paolo Virno

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Paolo Virno
Nome completo Paolo Virno
Nascimento 1952
Nápoles
Nacionalidade Flag of Italy.svg italiano
Ocupação filósofo

Paolo Virno (Nápoles, 1952) é um filósofo e semiólogo italiano de orientação marxista. Envolvido nos movimentos sociais dos anos 1960 e anos 1970, foi preso em 1979, acusado de pertencer às Brigadas Vermelhas. Passou vários anos na prisão antes de ser finalmente absolvido, e organizou a publicação Luogo Comune para dar expressão às idéias políticas desenvolvidas no período que passou encarcerado. Atualmente, é professor na Universidade de Cosenza.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Virno, Paolo (1986), Convenzione e Materialismo, Roma: Ed. Theoria
  • Virno, Paolo (1991), Opportunisme, Cynisme et Peur. Ambivalence du Désenchantement Suivi de les Labyrinthes de la Langue, Paris-Combas: Editions de l'éclat
  • Virno, Paolo (1994), Mondanità. L'idea di "Mondo" tra Esperienza Sensibile e Sfera Pubblica, Roma: Ed. Manifestolibri
  • Virno, Paolo (1995), Parole con parole. Poteri e Limiti del Linguaggio, Roma: Donzelli
  • Virno, Paolo (1999), Il Ricordo del Presente. Saggio sul Tempo Storico, Turim: Bollati Boringhieri
  • Virno, Paolo (2003), Virtuosismo y revolución. La acción política en la era del desencanto, Madrid: Traficantes de Sueños[1]
  • Virno, Paolo (2003), Gramática de la multitud. Para un análisis de las formas de vida contemporáneas, Madri: Traficantes de Sueños[2]
  • Virno, Paolo (2004), A Grammar of the Multitude: For an Analysis of Contemporary Forms of Life, Nova York: Semiotext[e]
  • Virno, Paolo (2005), Cuando el verbo se hace carne. Lenguaje y naturaleza humanas, Madri: Traficantes de Sueños

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Em espanhol[editar | editar código-fonte]

Em outros idiomas[editar | editar código-fonte]

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