Pitomba
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| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||
Talisia esculenta | |||||||||||||||
A pitomba (ou o pitombo[1]) é o fruto da pitombeira (Talisia esculenta), árvore presente desde a Região Amazônica até a Mata Atlântica, do Nordeste do Brasil ao Rio de Janeiro, que chega a ter até doze metros de altura. Seus frutos, drupas, são comestíveis, saborosos e muito consumidos tanto pelo homem como pela fauna e se dá no pé entre os meses de janeiro e abril, às vezes vai até maio ou junho dependendo do clima. A pitomba possui em geral um a dois caroços revestidos por uma camada fina e suculenta, adocicada e um pouco ácida. Quando madura, a fruta tem a cor laranja e em média cerca de três centímetros.
Estes frutos são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste no Brasil e amplamente cultivados em pomares domésticos por todo o país. Também são muito procurados por pássaros.
Dá nome a uma tradicional festa pernambucana, a Festa da Pitomba.
Etimologia
[editar | editar código]"Pitomba" provém do termo tupi pitomba.[2] Em Historia naturalis Brasiliae (1648), encontra-se também a variante pitoma.[3][falta página][fonte não primária necessária]
Outras denominações
[editar | editar código]- Pitombeira (nome da árvore onde a pitomba se origina)
- Olho-de-boi
- Pitomba-da-mata
- Pitomba-de-macaco
Expressão idiomática
[editar | editar código]O termo pode ser usado na expressão popular "fulano não vale uma pitomba", significando que a pessoa não vale nada, como o tamanho pequeno da fruta.
Referências
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 341.
- ↑ Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. p. 389. ISBN 978-85-260-1933-1
- ↑ MARCGRAVE, Historia Naturalis Brasiliae, 1648