Retícula

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Screen tone example.svgManga screentone.svgBenday Dots.svg
Exemplos do uso da retícula em figuras geométrica e uma ilustração garota desenhada no estilo mangá (à esquerda); Exemplo de pontos de Ben-Day


Retícula (Screentone em inglês)[1] é um nome genérico da técnica de finalização artística muito usada em histórias em quadrinhos[2] e na pop art[3] e que consiste em imprimir, por decalque, texturas sobre o papel.[4]

Uma folha de retícula é composta por uma camada flexível e transparente que contém a textura impressa. A folha de retícula é colocada sobre o papel, com a textura para baixo e ao ser esfregada com o lado cego de uma lâmina transfere a textura para o papel.

As retículas são usadas por ilustradores e artistas, especialmente para sugerirem cores.[5] A aplicação tem sido simplificada através da computação gráfica e o surgimento de retículas digitais, mas as retículas tradicionais ainda são usadas por alguns autores de mangá.[6]

No Brasil, os chamado "pontos Ben-Day" (Ben-Day Dots em inglês), processo criado por Benjamin Day, também são conhecidos como retículas[7]. Uma das diferenças dos pontos de Ben-Day para as retículas propriamente ditas é que esses são coloridos e aquelas, em preto e branco.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Tamra Orr. Rosen Publishing Group, : . Manga Artists 2009 [S.l.] pp. 41, 45, 56. 9781404218543. 
  2. Moacy Cirne. Vozes, : . Bum! A Explosão Criativa dos Quadrinhos 1971 [S.l.] p. 56. 
  3. David Mccarthy. «Produção e Consumo». In: Cosac & Naify. Movto Arte Moderna - Arte Pop 2007 [S.l.] p. 34. 8575030647. 
  4. Sharon Kinsella, Adult Manga: Culture and Power in Contemporary Japanese Society, Routledge, 2000, p59. ISBN 0-7007-1003-5
  5. Manga for Dummies Por Kensuke Okabayashi. For Dummies, : . Manga for Dummies 5 de Fevereiro de 2007 [S.l.] p. 10. 0470080256. 
  6. Alexander Lancaster. «Mangá "de verdade" PÁGINA 2». site Anime Pró. Consultado em 12/05/2010. 
  7. Álvaro de Moya. Editora Perspectiva, : . Shazam! - Volume 26 de Coleção Debates 1970 [S.l.] pp. 36, 265. 
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