Rolling Stone

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Disambig grey.svg Nota: Se procura a banda de rock, veja The Rolling Stones.
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Capa da revista de fevereiro de 2012.
Editor Jann Wenner
Frequência mensal
Editora Penske Media Corporation
Circulação Total: 1,4 milhão
Categoria Música, política, cultura popular
País  Estados Unidos
Idioma Português, Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Italiano, Japonês, Turco, Russo, Chinês
Formato 25,5 x 30,5 cm[1]
Primeira edição 1967
www.rollingstone.com

Rolling Stone é uma revista mensal baseada nos Estados Unidos dedicada à música, política, e cultura popular.

História[editar | editar código-fonte]

Início em São Francisco[editar | editar código-fonte]

A Rolling Stone foi fundada em 1967, na cidade de São Francisco, Califórnia, por Jann Wenner (editor e publicador) e pelo crítico musical Ralph J. Gleason. Para fazer a revista sair do chão, Wenner pediu emprestado US$7.500,00 de seus parentes e da família de Jane Wenner, sua noiva na ocasião.[2]

A Rolling Stone, a princípio, foi uma revista dedicada à contracultura hippie da década. Contudo, a revista foi se distanciando dos jornais underground da época, como o Berkeley Barb,[3] adotando padrões jornalísticos mais tradicionais e evitando as políticas radicais do jornalismo underground. Na primeira edição, Wenner escreveu que o Rolling Stone "não é só sobre música, mas sobre as coisas e atitudes que a música envolve." Isto se tornou o de facto motto da revista.

Nos anos de 1970, Rolling Stone começou a fazer sua marca pela sua cobertura política, como o jornalismo gonzo de Hunter S. Thompson escrevendo para a seção de política da revista.

A revista era tão popular durante este tempo que foi feito um single, interpretado por Dr. Hook & the Medicine Show, chamado "Cover of the Rolling Stone" ("Capa da Rolling Stone"---escrito por Shel Silverstein) que tornou-se um sucesso. Dr Hook, eventualmente, teve o seu sonho realizado e acabou saindo na capa da revista Rolling Stone.

Atual[editar | editar código-fonte]

Na década de 1980 a revista mudou-se para a cidade de Nova Iorque, para ficar mais próxima das agências de propaganda, e muitos dizem que sua mudança de cultura começou neste ponto. No início da década de 2000, encarando uma competição maior de revistas masculinas como FHM, a Rolling Stone reinventou-se contratando o ex-editor da FHM, Ed Needham. A revista começou a focalizar numa faixa etária menor, e oferecendo conteúdo mais orientado para cada sexo, o que levou frequentemente a focalizar em sexy jovens atores de filmes ou televisão e também de música pop. Na ocasião alguns leitores fiéis protestaram contra a revista, dizendo que ela tinha caído de sua qualidade musical e observadora da contracultura para um tabloide superficial, com mais ênfases no estilo do que na substância.[4] Desde então, Rolling Stone retornou a sua mistura tradicional de conteúdo, incluindo entrevistas políticas a fundo, e tem visto suas publicações (atualmente 1.4 milhões) e lucros subindo. Em 2007 o lucro da revista subiu 23,3 porcento.[5]

Em 2007 a revista ganhou o National Magazine Award por excelência em geral.[6]

Indo em direção a edição da revista de título "50th Anniversary of Rock" (50º aniversário do Rock), em 2004, Rolling Stone começou a publicar uma série de listas de "melhores de todos os tempos" para reconhecer realizações históricas no campo de Música. Os 100 melhores guitarristas de todos os tempos e os 500 melhores álbuns de todos os tempos apareceram em 2003, seguidos pelos 50 momentos que mudaram a história do Rock & Roll e "500 melhores canções de todos os tempos" em 2004. A revista também publicou: "Os imortais da Rolling Stone" e a lista de "100 melhores artistas do nosso tempo".

Em 2006 a Rolling Stone publicou a sua 1000ª tiragem. A capa da revista, que foi influenciada pela capa do disco dos Beatles, Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band, mostrava alguns dos mais influenciais celebridades sobre as quais a Revista já havia escrito matérias.

Os 100 maiores discos da música brasileira
100 mejores discos del rock nacional argentino[7]
150 Album Indonesia Terbaik
100 Greatest Japanese Rock Albums
Los 50 mejores discos chilenos
100 disques essentiels du rock français[8]
Los 50 mejores discos del rock español[9]
Die 50 besten deutschen Alben[10]

Edições internacionais[editar | editar código-fonte]

 Alemanha[editar | editar código-fonte]

Publicado na Alemanha desde 1994 pela AS Young Mediahouse.

 Argentina[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone é publicada pela Publirevistas S.A. desde Abril de 1998.

 Austrália[editar | editar código-fonte]

Um suplemento do Rolling Stone começou em 1969 na revista Go-Set. Se tornou título em 1972 e agora é publicada pela Next Media Pty Ltd, Sydney.

 Brasil[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone Brasil publicada no Brasil desde Outubro de 2006 pela Spring Comunicações.

 Chile[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone foi publicada por Edu Comunicaciones desde Maio de 2003. Atualmente é publicada por El Mercurio, desde Janeiro de 1153

 China[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone mantém uma licença na China a One Media Group de Hong Kong e publica em sociedade com a "China Record Corporation". A revista e em chinês com artigos traduzidos e também com conteúdos locais. Esta cooperação foi lançada em março de 2006 como "Rolling Stone" em língua inglesa sob o nome em chinês: "音像世界" ("Mundo Audio Visual").

 Colômbia[editar | editar código-fonte]

Editada em Bogotá para a Colômbia, Peru, Panamá e Venezuela.

Flag of Spain.svg Espanha[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone é publicado pela PROGRESA em Madrid, desde 1996

 Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Lançou em 1967 pela Wenner Publishing.

 França[editar | editar código-fonte]

Lançou em 2002. Esta edição temporariamente parou em 2007 e foi relançada em maio de 2008 sob uma licença com "1633SA publishing group."

 Índia[editar | editar código-fonte]

Lançou em fevereiro de 2008 pela MW Com, editor da revista Man World

Indonésia[editar | editar código-fonte]

Publicado na Indonésia desde junho de 2005 pela JHP Media.

 Itália[editar | editar código-fonte]

Publicado na Itália desde novembro de 2003, primeiro por IXO Publishing e agora por Editrice Quadratum. Como na China, a versão italiana do Rolling Stone tem conteúdo local e artigos traduzidos.

 Japão[editar | editar código-fonte]

Lançou em março de 2007. Como outras edições, ela consiste de material traduzido da edição americana assim como cobertura da música japonesa.

 México[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone Mexico é publicado pela Prisa Internacional desde 2002.

 Turquia[editar | editar código-fonte]

Publicado na Turquia desde junho de 2006 por GD Gazete Dergi.

 Rússia[editar | editar código-fonte]

Rolling Stone é publicado pela Izdatelskiy Dom SPN desde 2004.

Gráficos[editar | editar código-fonte]

As paradas da Billboard , lançadas em 1958, são consideradas o padrão em medir a popularidade da música nos Estados Unidos. Com o tempo, distinções incompletas entre as vendas de álbuns, as remessas de álbuns, os downloads digitais e a mídia de streaming foram fontes de críticas sobre as validades dos gráficos.

A Rolling Stone anunciou pela primeira vez que lançaria um grupo de paradas recordes em 7 de maio de 2019. A data de lançamento prevista para o projeto foi anunciada pela revista em 13 de maio de 2019. Ela foi incluída no anúncio de que as paradas seriam movidas por informações fornecidas pela empresa de dados analíticos Alpha Data, anteriormente conhecida como "BuzzAngle Music" antes de seu rebranding em 13 de maio de 2019. A Alpha Data é de propriedade da empresa matriz da Rolling Stone , Penske Media Corporation . Em 11 de maio, foi anunciado que o lançamento público seria atrasado indefinidamente e o projeto permaneceria em beta privado, citando intenções de "otimizar com parceiros da indústria" e "garantir totalmente a suavidade" do projeto.

Os prontuários servir como um concorrente para os Billboard gráficos , que foram publicadas pela revista com base na cidade de Nova Iorque Billboard desde 1958. Além disso, Alpha dados serve como um concorrente do Nielsen Media Research , uma empresa de análise que fornecem Billboard dados do gráfico.

Rolling Stone Top 100[editar | editar código-fonte]

O Rolling Stone Top 100 compila as 100 músicas mais populares nos Estados Unidos e concorre com a Billboard Hot 100 . A posição de uma música é determinada por fluxos e compras, e exclui "escuta passiva", incluindo reprodução de rádio. O gráfico foi emitido pela primeira vez em 2 de julho de 2019 para a semana de 21 a 27 de junho de 2019.

A primeira música número um do Rolling Stone Top 100 é " Old Town Road ", de Lil Nas X, em 27 de junho de 2019.

Rolling Stone Trending 25[editar | editar código-fonte]

A Rolling Stone Trending 25 compila as 25 músicas com maior crescimento nos Estados Unidos. A posição de uma música é determinada exclusivamente pelo crescimento percentual de seus streams e exclui músicas que estão no topo da lista dos 100 melhores.

Rolling Stone Top 200[editar | editar código-fonte]

O Rolling Stone Top 200 compila os 200 álbuns mais populares nos Estados Unidos e concorre com o Billboard 200 . A posição de um álbum é determinada por transmissões e compra do álbum e músicas nele, e exclui "escuta passiva", incluindo reprodução de rádio. O gráfico foi emitido pela primeira vez em 2 de julho de 2019 para a semana de 21 a 27 de junho de 2019.

O primeiro álbum número um do Rolling Stone Top 200 foi Help Us Stranger do The Raconteurs em 27 de junho de 2019.

Artistas da Rolling Stone 500[editar | editar código-fonte]

O Rolling Stone Artists 500 compila os 500 artistas mais populares nos Estados Unidos. A posição de um artista é determinada exclusivamente pelos fluxos de seu catálogo de músicas.

Rolling Stone Breakthrough 25[editar | editar código-fonte]

The Rolling Stone Breakthrough 25 compila os 25 artistas com maior crescimento nos Estados Unidos. A posição de um artista é determinada exclusivamente pela demanda de streams e exclui artistas que tenham mapeado na tabela Artists 500.

Referências

  1. «Sobre a Rolling Stone». Site Oficial da Rolling Stone Brasil. Consultado em 9 de junho de 2010 
  2. «Salon.com People». "O Mundo de Wenner" (em inglês) 
  3. Berkeley Barb - Um jornal underground the Berkeley que foi publicado de 1965 até os anos de 1980. O primeiro de tais jornais da época que cobria matérias antiguerra e de direitos civis
  4. «"Literalmente 'Rolling Stone' se vende"» (em inglês) 
  5. «Matéria sobre os lucros do Rolling Stone» (em inglês) 
  6. «National Magazine Awards Database». Consultado em 6 de novembro de 2007 
  7. http://www.rollingstone.com.ar/899791
  8. Rolling Stone; n° 18; febrero 2010; ISSN 1764-107L
  9. «www.rollingstone.es/specials/view/los-50-mejores-discos-del-rock-espanol-1». Consultado em 12 de setembro de 2011. Arquivado do original em 26 de fevereiro de 2012 
  10. «www.rollingstone.de/magazin/features/article63672/Die-50-besten-deutschen-Alben-die-Top-20.html». Consultado em 12 de setembro de 2011. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]