Rosmersholm

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Rosmersholm
Rosmersholm
Rosmersholm
Rosmersholm
Autor (es) Henrik Ibsen
Idioma norueguês
País Noruega
Género teatro
Localização espacial Noruega
Editora Copenhage: Gyldendalske Boghandels Forlag
Lançamento 23 de novembro de 1886
Edição portuguesa
Tradução Pedro Fernandes
Editora Livros Cotovia
Lançamento 2008
Edição brasileira
Tradução Vidal de Oliveira, na obra "Seis Dramas"[1]
Editora Editora Globo
Lançamento 1944
Cronologia
Último
O Pato Selvagem
A Dama do Mar
Próximo
Den Nationale Scene, em Bergen, onde a peça “Rosmersholm” foi representada pela primeira vez, em 1887.
Théâtre de l’Ouvre (em 1907), onde a peça “Rosmersholm” foi representada em 1893.

Rosmersholm é uma peça teatral escrita pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen. Escrita e publicada em 1886, foi representada em 17 de janeiro de 1887, no Den Nationale Scene, em Bergen. Em 1893, voltou a ser representada no Théâtre de l’Ouvre de Lugné-Poe transformando-se em representante do movimento simbolista francês[2] .

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • Rosmer, proprietário de Rosmersholm, ex-pastor da comuna
  • Rebecca West
  • Reitor Kroll, cunhado de Rosmer
  • Ulrik Brendel
  • Peter Mortensgaard
  • D. Helseth, arrumadeira em Rosmersholm

Sumário[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

A peça relata as lutas interiores de Rosmer, cuja esposa Felícia se suicidou, e Rebecca West, que cuidou de Felícia e agora vive sob o mesmo teto de Rosmer. As convenções políticas e sociais se insinuam em seu relacionamento, assim como a culpa pelo suicídio de Felícia, de forma a revelar, aos poucos, a fragilidade humana e a guerra de princípios e paixões, caminhando para a única forma de vencer e se libertar, através da entrega em um trágico final.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Ato I[editar | editar código-fonte]

O primeiro ato ocorre em Rosmersholm, mansão situada à margem de um fiorde, na sala, em uma tarde de verão. Rebecca West faz tricô, quando D Helseth, a arrumadeira, entra. Ambas conversam e esperam pelo pastor Rosmer; comentam, ao olhar pela janela, que ele faz um caminho mais longo para evitar passar no pontilhão onde ocorrera uma “desgraça”, à qual se referem levemente. O reitor Kroll se aproxima da casa, e é recebido por Rebecca.

Rebecca e Kroll conversam sobre política, com relação aos movimentos populares que ele tem enfrentado. Conversam depois sobre a ausência de Felícia, esposa de Rosmer, que suicidou-se. Kroll insinua que Rebecca poderia ocupar o lugar de Felícia e ela desconversa. Rosmer chega.

Rosmer cumprimenta Kroll com alegria, e queixa-se da ausência do amigo e cunhado. Kroll conta de seus envolvimentos políticos, e de como até em sua casa há revolta, pois sua família tem lido, às escondidas, o jornal “Farol”. Kroll se queixa, e diz que há de combater esse espírito de destruição com todas as suas forças, como é de seu dever. Revela que esse é o motivo pelo qual veio visitar Rosmer, que veio pedir sua ajuda nessa luta.

Rosmer recusa, prefere não se envolver, diz que esse gênero de trabalho não lhe cabe. Rebecca o defende. Rosmer insinua que os tempos mudaram, e que a opinião individual ganhou mais independência. Falam sobre a influência do mestre-escola Mortensgaard na região, com o jornal “Farol”. Kroll informa a compra do “Jornal do Distrito”, para combater as ideias do “Farol”, e convida Rosmer para a direção desse jornal.

Rosmer se apavora com o convite, e não aceita. D. Helseth anuncia a chegada de Ulrik Hekman, na verdade o pseudônimo de Ulrick Brendel, que já fora preceptor de Rosmer, e Kroll demonstra não gostar dele. Ulrik entra.

Ulrick os cumprimenta, mas Kroll se mantém com pouca intimidade. Ulrik indaga sobre alguma sala em que se possa fazer uma reunião, e Rebecca sugere que se dirija a Peter Mortensgaard, ao que ele aceita, e revela o desejo de se tornar conhecido, de lutar pelos seus ideais. Após falar de suas pretensões, pede dinheiro e alguma roupas usadas a Rosmer, que Rebecca se oferece para providenciar, e os dois saem.

Rosmer e Kroll conversam, e Rosmer confessa ter sofrido, também, uma transformação, idêntica a dos filhos de Kroll. Kroll fica decepcionado, e não aceita a ideia, acha-o um sonhador. Rosmer revela o desejo de ver o advento da soberania popular. Kroll o chama “renegado”, desertor, e rompe relações com ele.

Rebecca entra, e Kroll se despede e se retira, antes reconhecendo nas palavras de Rosmer as palavras de Felícia, quando ele diz que suportará a solidão. Rosmer e Rebecca conversam, sozinhos, depois Rosmer se retira, e Rebecca conversa com D. Helseth.

Ato II[editar | editar código-fonte]

O segundo ato ocorre no gabinete de trabalho de Rosmer, em sua casa. Ele está recortando uma revista e Rebecca entra. Rosmer se confessa feliz por ter falado a verdade a Kroll. Rebecca revela ter mandado algumas linhas a Mortensgaard, para ajudar Ulrick. Repentinamente, a chegada de Kroll é anunciada. Ele entra, e pede para falar com Rosmer a sós. Rebecca sai.

Cena de Rosmersholm, no Lessing Theater, em 1906.

Kroll conta sobre as arruaças de Ulrick, depois insinua que Rebecca possa estar manejando Rosmer, mediante as linhas que mandara a Mortensgaard. Kroll fala sobre o suicídio de Felícia, e Rosmer lembra a piora da esposa quando soube que não poderia, jamais, ser mãe. Kroll insinua que Felícia suicidou-se para deixá-lo viver feliz e à vontade, e que desejava que Rosmer se casasse com Rebecca, assim como insinua que Rosmer esteja sendo manipulado por Rebecca, e que seu relacionamento possa estar entre o livre pensamento e o amor livre. Pede a Rosmer que mantenha, portanto, seus pensamentos em segredo, e não os apregoe. Kroll observa que Rosmer é uma alma ingênua e sem experiência.

Repentinamento, D. Helseth os interrompe e informa a chegada de Mortensgaard. Kroll fica revoltado e Mortensgaard entra. Kroll se retira, indignado. Mortensgaard observa que soube das mudanças de opinião que ocorreram na Rosmersholm, e que o soubera pela carta de Rebecca. Rosmer aceita associar-se ao “Farol” e às causas liberais, e diz ter rompido com tudo, inclusive a religião, para espanto de Mortensgaard, que pede que o assunto relativo à religião não seja revelado. Rosmer não se conforma com isso, e o questiona. Mortensgaard observa que ele pode ser tão mordazmente julgado quanto ele mesmo, Mortensgaard, o fora, no passado, por Rosmer, e que possui uma carta da falecida Felícia, que continha muitas revelações. Entre tais revelações, está o fato de Rosmer ter sido o responsável pela perda do seu cargo de professor, e o fato de Rosmer estar abandonando a fé de sua infância. Rosmer explica a carta através da insensatez de uma doente, Mortensggard discorda.

Mortensgaard sugere que Rosmer seja prudente, pois já não é inatacável; depois sai e Rebecca chega, confessando ter estado ouvindo atrás da porta, e que eles nada têm para ser censurado. Rosmer duvida, acha que agora há a acusação de Felícia, que contêm insinuações a respeito do relacionamento deles, e Rebecca tenta dissuadi-lo dessas dúvidas e dessa insensatez de Felícia. Rosmer sente-se culpado, e questiona Rebecca sobre o tipo de relacionamento que há entre eles, e acaba por pedir que se casem, para que ela o ajude a superar as dúvidas. Rebecca recusa, e diz que vai deixar Rosmersholm, pois não poderia jamais ser sua esposa, e se recusa a explicar o porquê. Ameaça que, caso a continue interrogando, ela terá o mesmo fim de Felícia, e sai, deixando Rosmer sem compreender.

Ato III[editar | editar código-fonte]

O terceiro ato se passa na mesma sal do primeiro ato, na casa de Rosmer. Rebecca conversa com D. Helseth. Rosmer chega, conversa com Rebecca e lê o “Jornal do Distrito”, observando que traz insinuações sobre ele, falando em “traidores”, desertores”, e insinuações sobre a vida dos dois. Conversam e Rosmer fala sobre a felicidade, que lhe é um “sentimento doce, alegre, confiante de uma consciência pura”. D. Helseth os interrompe, e segreda algo a Rebecca.

Rosmer diz que Felícia viu que, na verdade, ele amava Rebecca, e o confessa, assim como percebe que Rebecca também nutria amor por ele. Sente-se culpado, Rebecca se revolta. Rosmer sai.

Kroll está esperando no outro cômodo, e Rebecca o recebe. Ele diz querer falar a sós, e a acusa da transformação de Rosmer, a acusa de enfeitiçá-lo, e também à Felícia, e insinua que ela age deliberadamente porque tem o “coração frio”. Rebecca devolve as acusações, observando que a infelicidade de Rosmer vem de Kroll, que o acusa da morte de Felícia.

Kroll fala sobre as origens de Rebecca, que se deixou ser adotada pelo Dr. West, e que Rebecca cuidou dele até o fim, e nada recebeu em troca. Rebecca questiona se há algo imoral em suas origens, e Kroll observa que ela tem um ano a mais do que confessa e insinua ela ser filha ilegítima de West. Rebecca se defende, e Kroll pede que ela e Rosmer legalizem sua situação. Rosmer chega.

Rebecca pede que os três sentem para conversar. Ela fala de quando foi para a casa do Dr. West, e de seu aprendizado, de sua vontade posterior de marchar com Rosmer para a liberdade, mas que isso esbarrou na união conjugal de Rosmer, mergulhada nas trevas. Confessa ter atraído Felícia para o caminho em que se perdeu, e que revelara à Felícia a ideia de Rosmer em se libertar de todos os velhos preconceitos. Confessa insinuações feitas a Felícia para que ela desaparecesse o mais breve possível, de forma que ela sentiu que era seu dever para com Rosmer o ceder o seu lugar.

Kroll fica surpreso com as confissões de Rebecca e Rosmer fica decepcionado. Os dois saem, Rebecca fica só e pede a D. Helseth que traga sua mala, pois vai embora e nunca mais voltará.

Ato IV[editar | editar código-fonte]

O quarto ato se passa na mesma sala da casa de Rosmer, à noite. Rebecca se prepara para partir, e Rosmer ainda está fora. D. Helseth fica comovida, e revela ter pensado que o Sr. Rosmer fosse “mais direito”, e julga que ela está partindo pelo fim do relacionamento. Rosmer chega.

Rebecca diz a Rosmer que vai partir, e Rosmer indaga para onde. Rebecca diz que voltará para o lugar de onde veio, e está decepcionada com Rosmersholm. Rosmer diz que fez as pazes com Kroll, e que percebeu não ser adequado para a missão de “enobrecer os espíritos”. Observa que Rebecca acreditara que ele lhe poderia ter sido um instrumento, que o usara. Rebecca confessa ter uma revelação para ele.

Os dois conversam. Rebecca confessa que veio para Rosmersholm com a ideia de usar toda a situação para sua idealizações, mas algo a acovardou – o amor por ele. Rosmer não compreende a forma de ela o amar. Rebecca revela ter conseguido alcançar a paz com ele, mas que então se transformou, que conheceu o amor de renúncia, e que ao conhecer o espírito dos Rosmer, percebeu que esse espírito enobrece, mas mata a felicidade.

Rosmer pede que Rebecca lhe restitua a fé que possuía nela, pede uma prova. Nesse instante Ulrik chega, e diz que veio se despedir, pois partirá para a costa. Fala com ironia sobre Mortensgaard, sobre sua sabedoria, sente que foi esvaziado de seus ideais, e insinua, através de simbologias, que seu ex-discípulo, Rosmer, tinha uma causa a fazer triunfar, mas sob a condição do sacrifício da mulher que o ame. Ulrik se despede e sai.

Rosmer sugere que Rebecca parta, e questiona o fato de ela dizer que ele a enobreceu, que ela está dominada por um grande amor. Pergunta a ela se teria coragem de, por seu amor, tomar o mesmo caminho de Felícia. Rebecca fica surpresa. Rosmer diz que, se ela tivesse essa coragem, acreditaria nela, acreditaria em sua causa, no seu poder humano de enobrecer, e que a alma humana poderia ser enobrecida.Rebecca diz que sua fé lhe será restituída.

Rebecca reconhece que, se for, salvará nele o que há de melhor. Rosmer diz que nada mais resta para salvar nele. Rebecca observa que é hora de abandonar a luta, convida-o a irem até o pontilhão que ele tanto evita. Rosmer diz que a seguirá.

D. Helseth vê os dois abraçados junto ao pontilhão, e a morte os arrasta.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Iniciado entre junho e setembro de 1885, Rosmersholm tinha inicialmente o título "Hvide heste" (“Cavalos Brancos”), e Ibsen escreveu três rascunhos até chegar ao roteiro final[3] , tendo completado a peça em 27 de setembro de 1886, então com o título "Rosmersholm".

Primeira edição[editar | editar código-fonte]

Rosmersholm foi publicado em 23 de novembro de 1886, pela Gyldendalske Boghandels Forlag (F. Hegel & Son), em Copenhague e Christiania. A primeira edição teve tiragem de 8000 cópias. As críticas sobre a peça foram pobres, o que afetou as vendas do livro, e só foi impressa novamente quando foi realizada a coletânea das obras de Ibsen, entre 1898 e 1900.

Estreia[editar | editar código-fonte]

Rosmersholm foi representada pela primeira vez em 17 de janeiro de 1887, no Den Nationale Scene, em Bergen, sob direção de Gunnar Heiberg, e a interpretação de Didi Heiberg e Nicolai Halvorsen nos papéis de Rebecca West e Johannes Rosmer. O público recebeu a produção friamente[3] .

A peça foi encenada, em seguida, em Gotemburgo, a 18 de março, no Christiania Theater, a 12 de Abril, e em Estocolmo, a 15 de abril. A primeira apresentação na Alemanha foi em Augsburg, no dia 6 de abril. A maioria dessas produções foram fracassos totais[3] .

Considerações críticas[editar | editar código-fonte]

Ibsen, autor de "Rosmersholm", fotografado por Gustav Borgen em 1898

M. Prozor, quando de seu prefácio para o livro, refere que Ibsen, após atacar “certos apóstolos radicais” em “O Pato Selvagem”, fez questão, como homem independente que era, de dissipar o mal-entendido que dera “ganho de causa aos conservadores”, e o fez em Rosmersholm, com “extrema delicadeza e contemplações”. Mais uma vez Ibsen repetiria a interrogação de Brand, “Pode a raça humana ser salva? Infelizmente, não será por vocês. Conheço-lhes as virtudes, as seduções: não há outras maiores neste mundo condenado. Mas há um empecilho: vocês são impotentes”. O poeta desencadeou, assim, “muitas cóleras, acrescidas à decepção que causou[4] .

Otto Maria Carpeaux define Rosmersholm como “a mais cruel” das peças de Ibsen. Enquanto Kroll representa as “classes conservadoras”, o “ortodoxo hipócrita”, o redator Mortensgaard representa os “movimentos revolucionários”, o “arrivista sujo”, e Ulrik o “anarquista ideal”, que não se vendeu à Sociedade, que perece no “lodo da rua”. A peça representaria a “vitória da dura realidade, na qual não há lugar para a verdadeira vida[5] .

Traduções em língua portuguesa[editar | editar código-fonte]

Peças no Brasil[editar | editar código-fonte]

1907[editar | editar código-fonte]

Eleonora Duse, atriz italiana que representou Rosmersholm pela primeira vez no Brasil, no Rio de Janeiro, em 1907.

1955[editar | editar código-fonte]

  • Nome: Rosmersholm
  • Local: São Paulo
  • Teatro: Estreia no Teatro Leopoldo Fróes (São Paulo), em abril de 1955
  • Produção: Departamento Teatral da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
  • Direção: Evaristo Ribeiro
  • Elenco: Adélia Vitória Ferreira, Ophélia de Almeida, José Carlos Viegas, Sérgio Salem, Amim Abujamra, José Pacheco

1966[editar | editar código-fonte]

  • Nome: Rosmersholm
  • Local: Pelotas
  • Teatro: Estreia no Teatro Gonzaga, em Pelotas, RS, em outubro de 1966
  • Produção: Teatro Escola de Pelotas
  • Direção: Ruy Antunes
  • Elenco: Maria Amélia Ávila, Therezinha Hallal, Angenor Gomes

Adaptações para televisão[editar | editar código-fonte]

1957[editar | editar código-fonte]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  1. SILVA, Jane Pessoa da. Ibsen no Brasil. Historiografia, Seleção de textos Críticos e Catálogo Bibliográfico. São Paulo: USP, 2007. Tese. p. 439
  2. a b SILVA, Jane Pessoa da. Ibsen no Brasil. Historiografia, Seleção de textos Críticos e Catálogo Bibliográfico. São Paulo: USP, 2007. Tese.
  3. a b c [[1]]. Processo criativo de Rosmersholm [S.l.: s.n.]  Verifique |author-link1= valor (Ajuda)
  4. PROZOR, M. In: IBSEN, Henrik. Rosmersholm. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1985. ISBN 85-250 0025-6. p. 111-112
  5. CARPEAUX, Otto Maria. Estudo Crítico de Ibsen. In: IBSEN, Henrik. O Pato Selvagem. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1984, p. 69
  6. SILVA, Jane Pessoa, 2007. p.620

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • SILVA, Jane Pessoa da. Ibsen no Brasil. Historiografia, Seleção de textos Críticos e Catálogo Bibliográfico. São Paulo: USP, 2007. Tese.
  • IBSEN, Henrik (1985). Quando despertarmos de entre os mortos/ Rosmersholm. Rio de Janeiro: Editora Globo [S.l.: s.n.] ISBN 85-2500025-6. 
  • CARPEAUX, Otto Maria (1984). Estudo Crítico. Rio de Janeiro: Editora Globo [S.l.: s.n.] ISBN [[Special:BookSources/In: IBSEN, H. O Pato Selvagem.|In: IBSEN, H. [[O Pato Selvagem]].]] Verifique |isbn= (Ajuda). 
  • OLIVEIRA, Vidal de (1984). Biografia e comentários sobre a obra de Ibsen. Rio de Janeiro: Editora Globo [S.l.: s.n.] ISBN [[Special:BookSources/In: IBSEN, H. O Pato Selvagem.|In: IBSEN, H. [[O Pato Selvagem]].]] Verifique |isbn= (Ajuda). 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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