Sylvia Sass

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Sylvia Sass (Budapeste, 12 de julho de 1951) é uma aclamada soprano húngara, particularmente associada à ópera de Giuseppe Verdi.

Sass estudou na Academia de Música Franz Liszt em Budapeste, com Ferenc Révhengyi.[1] Ela fez sua estréia profissional na Ópera Estatal Húngara, como Frasquita em Carmen, de Bizet, em 1971. No ano seguinte, com o Balé e Ópera Nacional da Bulgária, interpretou Violetta, em La Traviata, (Verdi). Durante a temporada de 1974/1975, cantou durante concertos de Mozart, no Festival de Salzburgo. Em 1975, cantou com a Ópera Escocesa, no papel de Desdemona, em Otello (Verdi) e, em 1976, fez sua estréia na Royal Opera House, em Londres, em aclamada interpretação de Gilseda, em I Lombardi (Verdi). Também atuou com a Ópera Estatal de Viena e a Ópera do Estado Bávaro, em Munique. Apresentou-se também no Teatro Municipal de Caracas e em casas de ópera de Colônia, Frankfurt, Berlim, Hamburgo e na Ópera de Paris. No Festival de Aix-en-Provence, depois de cantar La Traviata, seu excepcional talento dramático entusiamou a imprensa francesa, que passou a se referir a ela como "a nova Maria Callas".[1] [2]

Em 1978, ela fez sua estréia no La Scala de Milão, em Manon Lescaut, de Puccini, conduzida por Georges Prêtre. Seu repertório também inclui, entre outros papeis, Donna Elvira, de Don Giovanni, Fiordiligi, de Così fan tutte, Mimì, de La Bohème e Judith, de O castelo do Barba Azul. No fim da década de 1980 parou de apresentar-se em produções operísticas, passando a atuar apenas em concertos e recitais, além de ministrar master classes pelo mundo.[1]

Referências

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