The Mamas & the Papas
| The Mamas and The Papas | |
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The Mamas & The Papas no The Ed Sullivan Show em 1968. Da esquerda para a direita: Michelle Phillips, Cass Elliot, Denny Doherty e John Phillips. | |
| Informações gerais | |
| Origem | Los Angeles, Califórnia[1] |
| País | Estados Unidos |
| Gênero(s) | |
| Período em atividade |
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| Gravadora(s) | |
| Ex-integrantes | |
| Página oficial | themamasandthepapasofficial |
The Mamas & the Papas foi um grupo vocal américo-canadense de folk rock formado na Califórnia, Estados Unidos, nos anos 1960, por John Phillips (responsável pelas composições do grupo), Michelle Phillips, Cass Elliot e Denny Doherty. Entre 1966 e 1968, alcançaram renomados sucessos nas paradas de todo o mundo com canções como "Monday, Monday" e "California Dreamin'", até hoje suas canções mais conhecidas.
O The Mamas & The Papas foi uma das únicas bandas norte-americanas a conseguir manter o sucesso e a par de poder competir com a Invasão Britânica. O grupo gravou e se apresentou de 1965 a 1968, lançando cinco álbuns e legou dez sucessos entre os compactos mais vendidos, tendo um total de 40 milhões de vendas de discos em todo o mundo. Após a separação em 1968, o grupo se reuniu brevemente para gravar o álbum People Like Us, em 1971, mas se separou novamente pouco depois do lançamento do álbum.
O grupo teve bastante sucesso, que se deve as belas harmonizações vocais, acompanhamento em estúdio, de seus discos, por músicos profissionais, e a sua participação na contracultura sessentista. O grupo também deixou um legado de excelentes releituras de vários sucessos de outros artistas dos anos 1960, como "I Call Your Name", "Do You Wanna Dance?", "My Girl" e "Twist and Shout". O grupo foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame em 1998 por suas contribuições para a indústria da música e se reuniram pela segunda e última vez para se apresentar na cerimônia de introdução naquele ano,[1] durante a qual a filha de Elliot, Owen, substituiu sua falecida mãe, que havia morrido em 1974.
História
[editar | editar código]1965: Formação inicial e primeiros anos
[editar | editar código]O grupo foi formado pelo casal John Phillips (ex-integrante do Journeymen) e Michelle Phillips, juntamente com Denny Doherty (ex-integrante do Mugwumps). Ambos os grupos mencionados anteriormente eram bandas de folk que atuaram em 1964 e 1965.
A última integrante a se juntar ao grupo foi Cass Elliot, colega de banda de Doherty nos Mugwumps, que teve que superar as preocupações de John Phillips de que sua voz era muito grave para seus arranjos, que seu tamanho seria um obstáculo para o sucesso da banda e que seu temperamento era incompatível com o dele[2] (Elliot lutou contra a obesidade durante toda a sua vida e se sentia profundamente insegura com sua aparência física).[3] O grupo considerou se chamar The Magic Circle antes de optarem por The Mamas & the Papas. A inspiração do nome surgiu de um programa de televisão, em que seus integrantes assistiam a uma entrevista com alguns membros dos Hells Angels e um deles disse que chamavam suas mulheres de "mamas", o que bastou para que Cass e Michelle quisessem ser chamadas de "mamas" também, sobrando então para John e Denny serem os "papas".[4][5][6]
O quarteto passou o período do início da primavera até meados do verão de 1965 nas Ilhas Virgens "para ensaiar e simplesmente juntar tudo", como John Phillips recordou mais tarde.[7] Phillips reconheceu que estava relutante em abandonar a música folk.[8] Outros, incluindo Doherty e o guitarrista Eric Hord, disseram que ele se agarrou a ela "como se fosse a morte".[9] Na visão de Roger McGuinn é que "[e]ra difícil para John se desvencilhar da música folk porque acho que ele era realmente bom nisso, conservador e também bem-sucedido".[10] Phillips também reconheceu que foram Doherty e Elliot que o despertaram para o potencial do pop contemporâneo, exemplificado pelos Beatles. Anteriormente, os Journeymen tocavam folk acústico com banjo, e os Mugwumps tocavam algo mais próximo do folk rock, com baixo e bateria.[11][12] Os ensaios nas Ilhas Virgens foram "a primeira vez que tentamos tocar guitarra elétrica".[13][14]
Em 1965, os quatro viajaram de Nova York para Los Angeles para uma audição com Lou Adler, coproprietário da Dunhill Records. A audição foi organizada por Barry McGuire, que havia se tornado amigo de Cass Elliot e John Phillips independentemente durante os dois anos anteriores e que havia assinado recentemente com a Dunhill.[15][16] A audição resultou em "um acordo no qual eles gravariam dois álbuns por ano durante os próximos cinco anos", com royalties de 5% sobre 90% das vendas no varejo.[17][18] A Dunhill Records também vinculou o grupo a contratos de gerenciamento e publicação, comumente conhecidos como uma relação "tripla".[19][20] A filiação de Cass Elliot não foi formalizada até que a documentação fosse assinada, com Adler, Michelle Phillips e Doherty anulando a decisão de John Phillips.[21]
O grupo The Mamas & the Papas fez sua primeira gravação como vocais de apoio no álbum This Precious Time, de McGuire, embora já tivessem lançado um single próprio quando o álbum foi lançado em dezembro de 1965.[22] O single "Go Where You Wanna Go", que teve um lançamento limitado em novembro, não entrou nas paradas musicais.[23] O single seguinte, "California Dreamin'", tem o mesmo lado B, sugerindo que "Go Where You Wanna Go" havia sido retirado do catálogo.[24][25] "California Dreamin'" foi lançada em dezembro, promovido por um anúncio de página inteira na Billboard em 18 de dezembro.[26] A canção alcançou o 4.º lugar nos Estados Unidos e o 23.º no Reino Unido.[27][28] "Go Where You Wanna Go" foi regravada pelo grupo The 5th Dimension em seu álbum de estreia Up, Up and Away (1967) e se tornou um sucesso entre as 10 mais tocadas.
1966–1967: If You Can Believe Your Eyes and Ears e The Mamas & the Papas
[editar | editar código]O álbum de estreia do grupo, If You Can Believe Your Eyes and Ears, foi lançado em fevereiro de 1966, e tornou-se o primeiro e único álbum da carreira do quarteto a atingir o topo da parada norte-americana Billboard 200.[27] O terceiro e último single do álbum, "Monday, Monday",[29] foi lançado em março de 1966. Tornou-se a única canção do grupo a atingir a primeira posição na parada Billboard Hot 100 dos Estados Unidos,[27] alcançou o 3.º lugar no UK Singles Chart do Reino Unido[28] e foi o primeiro número um do grupo na parada espanhola Los 40 Principales. "Monday, Monday" ganhou um Grammy de Melhor Performance Pop por uma Dupla ou Grupo em 1967. A canção também foi indicada para Melhor Performance por um Grupo Vocal, Melhor Canção Contemporânea e Gravação do Ano.[30] Em 2003, If You Can Believe Your Eyes and Ears foi classificado na 127ª posição da lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.[31] Na atualização de 2012, o álbum subiu para a 112ª posição.[32]

O segundo álbum de estúdio do grupo, The Mamas & the Papas, às vezes é referido como Cass, John, Michelle, Dennie, cujos nomes aparecem acima do nome do grupo na capa, incluindo o erro ortográfico inexplicável no primeiro nome de Doherty. A gravação foi interrompida quando Michelle Phillips acabou se envolvendo com Gene Clark, do grupo The Byrds.[33][34] Anteriormente, Michelle e Denny Doherty já haviam tido um caso que mativeram em segredo dos outros membros do grupo, até ser descoberto por seu marido, John Phillips, caso esse que já havia sido perdoado; Doherty e John coescreveram "I Saw Her Again" sobre o caso.[35][36] Mais tarde, eles discordaram sobre o quanto Doherty contribuiu para a música.[37][38] Após o caso de Michelle com Clark, John Phillips estava determinado a demiti-la.[39] Ele disse a ela que estava demitida em seu aniversário, 4 de junho de 1966, embora ela tenha contestado se ele tinha autoridade para fazer isso.[33][40] Após consultarem seu advogado e a gravadora, John, Elliot e Doherty entregaram a Michelle uma carta expulsando-a do grupo três semanas depois.[33][41]
Jill Gibson foi contratada para substituir Michelle. Gibson era uma artista visual e cantora-compositora que havia gravado com o duo de rock Jan & Dean.[42] Depois de ser apresentada ao grupo por seu produtor, Lou Adler, Gibson logo participou de shows em Forest Hills, Denver e Phoenix;[43] aparições na televisão, incluindo o programa The Hollywood Palace, na ABC; e sessões de gravação.[44] Embora Gibson aprendesse rápido e fosse bem vista, os três membros originais concluíram que ela não tinha o "carisma de palco e a atitude mais visceral" de sua antecessora, e Michelle Phillips foi reintegrada em 23 de agosto de 1966.[45][46] Jill Gibson deixou o quarteto e recebeu uma quantia em dinheiro dos fundos do grupo.[47]
O álbum The Mamas & the Papas alcançou o 4.º lugar nos Estados Unidos e o 24.º no Reino Unido, dando continuidade ao sucesso do grupo.[27][28] "I Saw Her Again" foi lançado como single em junho de 1966 e chegou ao 5.º lugar nos EUA e ao 11.º no Reino Unido.[27][28] Há um falso início no refrão final da música, aos dois minutos e quarenta e dois segundos de duração (2:42). Durante a mixagem do disco, o produtor musical Bones Howe inadvertidamente inseriu os vocais da coda muito cedo. Ele então rebobinou a fita e inseriu os vocais em sua posição correta. Na reprodução, ainda era possível ouvir a entrada inicial incorreta, dando a impressão de que Doherty repetia as três primeiras palavras, cantando "I saw her...I saw her again last night". Lou Adler gostou do efeito e disse a Howe para deixá-lo na mixagem final.[48] "Isso deve ser um erro: ninguém é tão esperto assim", disse Paul McCartney ao grupo.[49] O recurso foi imitado por John Sebastian na música "Darling Be Home Soon" (1966) do Lovin' Spoonful e por Kenny Loggins na música "I'm Alright" (1980). "Words of Love" foi o segundo single do álbum, lançado em novembro de 1966 como um lado A duplo com "Dancing in the Street". A canção alcançou a 5.º posição nos EUA.[27] "Dancing in the Street", que havia sido um sucesso dois anos antes na voz de Martha and the Vandellas, chegou apenas ao 73.º lugar. No Reino Unido, teve "I Can't Wait" como lado B e alcançou o 47.º lugar.
Com o retorno de Michelle Phillips, o grupo embarcou em uma pequena turnê pela Costa Leste para promover o disco. A banda que dividia a atração principal com eles era a Webster's New Word, composta por Gus Duffy e Jim Mason. Em um show realizado em setembro de 1966 na Universidade Fordham, em Nova York, Duffy e Mason comentaram que o grupo estava claramente "drogado, bêbado ou sob efeito de alucinógenos. Quando subiram ao palco, ficou claro que aquelas pessoas não deveriam estar ali... Eles caíram no palco, cambalearam e não chegaram a lugar nenhum".[50]
Em 1967, lançaram o álbum Deliver, que foi segundo lugar nas paradas dos mais vendidos e trouxe alguns sucessos como "My Girl" e "Creeque Alley". Neste mesmo ano, John Philips ajudou a organizar o Festival de Monterey Pop, no qual o grupo se apresentou, uma de suas últimas apresentações ao vivo.
O fim
[editar | editar código]Ainda em 1967, após uma discussão com John Phillips, Mama Cass abandonou o grupo e só uniu-se ao grupo no ano seguinte, para gravação do que seria o último álbum, em 1968. Pelo menos durante alguns anos, quando por exigência contratual (uma das cláusulas), houve um breve retorno durante 1971/1972 e o lançamento de mais um disco, o quinto na trajetória. Lembrando que, o quarto álbum do grupo atingiu o décimo quinto lugar nas paradas, conseguiu notório sucesso com "Dream a Little Dream of Me", que foi creditado como sendo gravado por Mama Cass with The Mamas and The Papas, sendo cantada apenas por ela.
Em 1971, a gravadora do grupo exigiu a gravação de mais um disco, People Like Us, que pode ser considerado um breve retorno ou um "quase" retorno do grupo.
Pós The Mamas & The Papas
[editar | editar código]John Philips tornou-se produtor cinematográfico, e Michelle Gillian (de quem se divorciou, em 1970) começou carreira de atriz. Denny Doherty e Cass Elliot lançaram discos solo, mas foi ela que conseguiu maior destaque, e fez sucesso com as canções "Make Your Own Kind of Music", "Dream a Little Dream of Me" e "It's Getting Better".
"Mama" Cass Elliot (Ellen Naomi Cohen) morreu de ataque do coração em 29 de julho de 1974, após se apresentar em shows solo em Londres. John Philips também morreu de problemas cardíacos em 18 de março de 2001. Denny Doherty morreu em 19 de janeiro de 2007, aparentemente por causa do aneurisma abdominal, jamais curado. Michelle é a única sobrevivente da primeira formação.
The Mamas & The Papas New Generation: A reconstituição e a renovação
[editar | editar código]Em 1982, Denny Doherty e John Phillips, idealizam e reconstituem "The Mamas and The Papas", juntamente Mackenzie Phillips - Laura MacKenzie Phillips (filha de John) e Elaine Spanky - Elaine MacFarlane, ex-Spank's and Our Gang. anos 60, a nova equipe 'MM.PP.' apresentando velhos êxitos e novos temas escritos por John Phillips. Doherty produziu um espectáculo na Broadway, intitulado Dream a Little Dream que consistia na narração da história de "The Mamas & The Papas" segundo a sua perspectiva. Foi bem recebido e teve críticas favoráveis.
Em 1993, pouco após início, a formação do grupo era: Denny Doherty(retornando), Scott McKenzie - intérprete do sucesso 'San Francisco', composição de John Phillips, Lisa Brascia e Deb Lyons. Houve em 1992, um procedimento cirúrgico, no qual, sujeitado John, recebeu um transplante de fígado, transcorrendo bem. Retornando John, em 1994, momentaneamente quinteto, Denny retoma atividades carreira individual, novamente quarteto, durante 1995 é gravado um CD ao vivo, intitulado "California Dreamin Live In Concert"(lançado em 1998). Desde então, o grupo passou por mais algumas formações e sempre tendo a frente o "papa" John Phillips.
Depois escolhidos rigorosamente de próprio John Phillips vieram: Chrissy Faith, Janelle Sadler, David Baker e Mark Williamson, durante 1998-99-2000.
Com o falecimento de John aos 65 anos, em 2001, houve a formações no período 2002 até 2006-07, Janelle Sadler, Chrissy Faith, Scott McKenzie, Denny Doherty retornando. Em 2011, o maestro e pianista John Kito, diretor musical do grupo, conhecido também como John Buonamassa, assume o comando. Retornam David Becker (Dave) e Mark Williamson, Janelle Sadler e Chrissy Faith. Respectivamente, 2012 e 2015, ingressam novos 'papas': Manny Moreira e Jeffrey Ross, substituindo Dave e Mark, permanecendo as 'mamas' Chrissy e Janelle. °Entre 2º semestre de 2001/ 1º semestre de 2002, a formação momentânea consiste nos integrantes, Michelle Gilliam (ex-Phillips), Bijou Phillips°°, Chrissy Faith, Denny Doherty, Dave Baker. °°filha de Geneviève Waïte e John Phillips, matrimônio durante 1972/1985, anteriormente, Michelle Gilliam, Sra. Susan Adams.
Ao longo dos anos, o grupo manteve uma identidade musical associada a harmonias vocais e arranjos próprios. Suas apresentações ao vivo baseiam-se predominantemente em repertório original, com composições de John Phillips. O foco das performances está na execução coletiva. Formações posteriores do grupo continuaram a interpretar esse repertório, mantendo características estabelecidas na fase original.
Apresentações do grupo são associadas à presença de públicos de diferentes faixas etárias. John Phillips comentou sobre o som do grupo, afirmando que, “quando as harmonias realmente funcionam, surge um tom adicional, descrito como uma ‘quinta voz’, apelidada de ‘Harvey’”.
Membros do New Mamas & the Papas
[editar | editar código]- John Phillips – vocais, guitarra (1982–1992, 1995–1998; falecido em 2001)
- Denny Doherty – vocais (1982–1988, 1991–1995; falecido em 2007)
- Mackenzie Phillips – vocais (1982–1986, 1987–1991)
- Spanky McFarlane – vocais (1982–1993)
- Laurie Beebe Lewis;– vocais (1986–1987, interinamente 1988–1990, 1990–1993)
- Scott McKenzie – vocais, guitarra (1986–1998; falecido em 2012)
- Lisa Brescia – vocais (1993–1998)
- Deb Lyons – vocais (1993–1998)
- Barry McGuire– vocais (1997–1998)
- Chrissy Faith – vocais (1998–2000)
- David Baker – (1998–2000)
- Janelle Sadler – vocais (1998–2000)
- Mark Williamson – vocais (1998–2000)
Legado
[editar | editar código]O grupo The Mamas & the Papas foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame em 1998, no Hall da Fama dos Grupos Vocais em 2000 e no Hall da Fama das Paradas de Sucesso em 2009.[1][51] Cass Elliot e Michelle Phillips, como "The Mamas", ficaram em 23.º lugar na lista das 100 Maiores Mulheres do Rock, da emissora VH1.[52]
O grupo recebeu um box set quando a coletânea Complete Anthology, com quatro CDs, foi lançada no Reino Unido em setembro de 2004 e nos Estados Unidos em janeiro de 2005. O box contém os cinco álbuns de estúdio, o álbum ao vivo de Monterey, faixas de seus trabalhos solo e raridades, incluindo suas primeiras gravações com Barry McGuire.[53]
O grupo The Mamas & the Papas é tema de vários documentários, incluindo Straight Shooter, California Dreamin' and Here I Am, o musical de Doherty, The Mamas & the Papas: California Dreamin' (2000) de Doug Hall[54] e Go Where You Wanna Go: The Oral History of the Mamas & the Papas (2002) de Matthew Greenwald.[55] Cass Elliot é tema de Make Your Own Kind of Music: A Career Retrospective of Cass Elliot (1987) de Jon Johnson[56] e Dream a Little Dream of Me: The Life of Mama Cass Elliot (2005) de Eddi Fiegel.[57] Chris Campion escreveu Wolfking, uma biografia de John Phillips autorizada pelo espólio de John Phillips.[58][59][60]
A Fox adquiriu os direitos para fazer um filme sobre os Mamas & the Papas em 2000.[61] Foi relatado em 2007 que "O roteiro certo estaria em processo de escrita."[62] O musical de palco de Peter Fitzpatrick, Flowerchildren: The Mamas & Papas Story, foi produzido pela Magnormos em Melbourne, Austrália, em 2011 e revivido em 2013.[63][64]
A música do grupo, "California Dreamin'", tem um papel de destaque no filme de comédia dramática de 1994, Chung Hing Sam Lam.
Em 20 de março de 2019, "Straight Shooter", foi incluída na trilha sonora e no trailer de Once Upon a Time in Hollywood, um filme de humor negro escrito e dirigido por Quentin Tarantino. Michelle Phillips e Cass Elliot interpretam personagens secundários no filme. "Twelve Thirty", outra música do grupo, foi usada no filme, mas não está na trilha sonora.[65][66]
Membros
[editar | editar código]- Denny Doherty – vocais (1965–1968, 1971, 1998; falecido em 2007)
- Cass Elliot – vocais (1965–1968, 1971; falecida em 1974)
- John Phillips – vocais, guitarra (1965–1968, 1971, 1998; falecido em 2001)
- Michelle Phillips – vocais (1965–1966, 1966–1968, 1971, 1998)
- Jill Gibson – vocais (1966)
Discografia
[editar | editar código]Álbuns de estúdio
- If You Can Believe Your Eyes and Ears (1966)
- The Mamas & The Papas (1966)
- The Mamas & The Papas Deliver (1967)
- The Papas & The Mamas (1968)
- People Like Us (1971)
Ver também
[editar | editar código]Referências
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Bibliografia
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. New York: Warner Books. ISBN 0-44634-430-3
Ligações externas
[editar | editar código]- «Página Oficial» (em inglês)
- «Página Oficial de Cass Elliot» (em inglês)
- «Página Oficial de Denny Doherty» (em inglês)
- «Página do grupo no Hall da Fama» (em inglês)
- «Análise da letra de "Creeque Alley"» (em inglês)
- The Mamas & the Papas
- Co-ed group
- Bandas de Nova Iorque (estado)
- Bandas vencedoras do Grammy
- Bandas de folk rock
- Bandas com familiares
- Bandas de rock psicodélico
- Bandas extintas em 1971
- Bandas formadas em 1965
- Artistas incluídos no Rock and Roll Hall of Fame
- Bandas de pop psicodélico
- Contracultura da década de 1960
