Valeriana

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Valeriana officinalis
Valeriana officinalis
Classificação científica
Reino: Plantae
Clado: angiospérmicas
Clado: eudicotiledóneas
Clado: asterídeas
Ordem: Dipsacales
Família: Valerianaceae
Género: Valeriana
Espécies
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Valeriana L. é nome de um gênero de plantas herbáceas perenes da família das valerianáceas, nativas da Europa e do norte da Ásia — porém amplamente distribuídas pelo planeta, portanto encontradas também nas Américas. Inclui mais de 200 espécies.

Suas flores são brancas ou róseas, e seus frutos, aquênios (diminutos, secos, indeiscentes, providos de uma só semente, que se acha inteiramente livre dentro do pericarpo fino), são realmente pequeníssimos.

O seu nome tem origem no latim, valere, significa bom para a saúde[1].

Chama-se valeriana, por extensão, qualquer espécie desse gênero, como, por exemplo, a valeriana-comum, ou, simplesmente, valeriana, Valeriana officinalis, com inflorescências perfumadas e raízes grossas com odor característico e forte, das quais, adequadamente tratadas (maceradas, trituradas, dessecadas e acondicionadas), se preparam medicamentos fitoterapêuticos de efeito ansiolítico, tranquilizante e até anticonvulsivante, classicamente utilizados em medicina, por conterem drogas ou princípios ativos que lhes conferem tais propriedades.

Espécies[editar | editar código-fonte]

Classificação do gênero[editar | editar código-fonte]

Sistema Classificação Referência
Linné Classe Triandria, ordem Monogynia Species plantarum (1753)

Efeitos Medicinais[editar | editar código-fonte]

O consumo de Valeriana officinalis é usado e indicado para tratar casos de insônia, ansiedade e estresse. Em suas raízes foi comprovado por meio de estudos que possuí efeito sonífero, calmante e relaxante, sendo encontrada para venda em farmácias em dosagens concentradas, ou também em casas de produtos naturais em forma de chá.

Leathwood et al[2], num estudo duplo cego, crossover verificou que a valeriana melhorou a qualidade do sono em comparação com o placebo. Num estudo de 128 participantes a tomar 400 mg de extrato de valeriana ou placebo, foi observada uma melhoria na latência do sono e na qualidade do sono do grupo que tomou valeriana[3].

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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  1. «Valeriana officinalis». 16 de janeiro de 2019. Consultado em 5 de outubro de 2019  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  2. Leathwood PD, Chauffard F, Heck E, Munoz-Box R Aqueous Extract of Valerian Root (Valeriana officinalis L.) Improves Sleep Quality in Man Pharmacol. Biochem. Behav. 17 (1982) 65-71
  3. «Valeriana officinalis». 16 de janeiro de 2019. Consultado em 5 de outubro de 2019  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)